quinta-feira, 23 de julho de 2009

O que significa halloweem?

A partir do que aconteceu no jardim do Éden, o homem passou a gostar das coisas impuras. Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno ou diabólico. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos. Assemelha-se a esses exploradores de cavernas: quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontade têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais. Para esses exploradores, não importa se a caverna ou os abismos possuem dragões, vampiros, aranhas gigantescas ou fantasmas. Como na corrida do Trem Fantasma, não importa se no caminho surjam caveiras, mortalhas, gorilas ou demônios; importa a emoção, o prazer, o delírio, o devaneio, a surpresa. Um poço sem fim.

A humanidade pecadora deleita-se com o imundo. Os apetites bestiais são mesmo insaciáveis. Vejam as festividades carnavalescas: três dias anuais não mais atendiam aos desejos da carne. Em razão dessa necessidade premente, criou-se em várias cidades, com o pronto consentimento dos governantes, o carnaval fora de época: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem" (Provérbios 27.20). "Um abismo chama outro abismo" (Salmos 42.7). Ora, se o povo clama por um bezerro de ouro, façamos a vontade do povo. Os abismos se sucedem. Dentro da caverna tenebrosa do mundo pecador há avenidas com vitrinas especialmente preparadas pelo Diabo para exposição de seus produtos. Há mercadoria para todos os gostos: para rico, pobre, preto, branco, analfabeto ou erudito. Em determinado local, uma vasta exposição dos produtos do movimento Nova Era, onde o curioso descobrirá que "o homem é Deus". Sendo Deus, ele seguirá até mais fortalecido para continuar descendo. Noutra ala, encontrará a vitrina da consulta aos mortos. O explorador poderá conversar com um parente que esteja no além, ou, se desejar emoções fortes, optará por oferecer seu corpo para ser visitado por um espírito qualquer, ou até experimentar uma breve levitação. Nesse stand, instalados sob pirâmides purificadoras, enfileiram-se os adivinhadores com seus apetrechos: búzios, baralho cigano, bola de cristal, tarô, mapa astral, tudo destinado a predizer o futuro e indicar novos caminhos. Numa determinada sala o explorador poderá praticar meditação transcendental; ficará com sua mente passiva por algumas horas, em estado alfa, recebendo as "boas" mensagens do além. Esta ala é mais visitada pelos eruditos. Para os menos exigentes, ou de percepção menos aguda, os terreiros oferecem feitiçarias de vários tipos. Caboclos, guias e orixás fazem a festa dos visitantes. O Perigo das Trevas, o Halloween!
Em busca de novos abismos, os homens resolveram prestar uma homenagem a um deus chamado Diabo. Então, pensaram em fazer uma festa num determinado dia do ano. Uma festa que em tudo se identificasse com o homenageado: a indumentária, o ambiente, os participantes, as alegorias. Daí surgiu o Dia das Bruxas, versão brasileira do Halloween, comemorado no dia 31 de outubro. Os participantes vestem-se a caráter, isto é, com as cores da igreja do Diabo: preto e vermelho; a maioria usa só a cor preta, caracterizando a situação de trevas sobre trevas. As máscaras são as mais imaginativas: Diabo, vampiro, bruxa, morcego, morte, caveira, monstros, fantasmas, tudo que tenha identidade com o maligno. O Diabo certamente teria muita alegria em falar assim a essas bruxas: "Quanto à indumentária está tudo bem. Vocês sabem que as cores da minha preferência são preto e vermelho. Minha maior alegria é ver homens, mulheres e crianças, de todas as idades, línguas e nações, empunhando as cores da bandeira do meu reino. Um detalhe: as máscaras usadas por vocês ou as pinturas e fantasias em nada se assemelham ao original. Eu não sou tão bonito como se pinta por aí". É evidente que há imperfeições, porque ninguém é perfeito. Mas os promotores desses eventos se esforçam para que a decoração em tudo dê a impressão de que o reino das trevas está ali naquele local, naquele ambiente festivo. E está. O Diabo está ali, de corpo presente ou representado.

Creio que a maioria dos participantes do Dia das Bruxas desconhece o grau de contaminação maligna a que ficam expostos. Certamente acredita tratar-se de mais uma festa, mais uma novidade. As "bruxas" estão ali para se divertirem e, com esse intuito, sujeitam-se às regras do jogo. Desconhecem as origens satânicas do Halloween; não sabem que nessa data os satanistas honram a Satanás com sacrifícios humanos; não sabem que essa prática iniciou-se há muitos séculos entre os druídas - sacerdotes dos Celtas - que vestiam suas fantasias, esculpiam em nabos ocos caricaturas de demônios, e saíam pelas ruas amaldiçoando as pessoas que lhes negavam alimentos. Em determinado site sobre satanismo li que o dia 31 de outubro é a festa da luxúria [sensualidade, lascívia] e da indulgência [tolerância]. Que tipo de indulgência podemos esperar de Satanás? A verdade é que grande é o perigo para quem participa do Dia das Bruxas, dada a grande a probabilidade de contaminação. O Diabo, num sinal de agradecimento pela homenagem, não hesitará em designar um de seus anjos para acompanhar a "bruxa" pelo resto da vida. Algum mal nisso? Muitos males. Jesus afirmou que "o ladrão [o diabo] só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João 10.10). O Diabo entra na vida dos homens para roubar a paz, roubar a saúde, roubar os recursos financeiros; para causar a morte espiritual, e, não raro, causar a morte física; para destruir a família, o lar, a comunhão com Deus. Daí as insônias, os medos, as superstições, as doenças inexplicáveis, os tremores, os vícios, a possessão. Convém sabermos que bruxa ou bruxo é aquela ou aquele que faz bruxaria, e bruxaria é sinônimo de feitiçaria, magia negra, curandeirismo, ocultismo, adivinhação, astrologia, e demais atividades ligadas ao poder das trevas. Há os que de forma consciente - os satanistas - servem a Satanás com sacrifícios, cânticos, jejuns e rezas. Todavia, o simples fato de participar e tomar parte ativa no Dia das Bruxas revela uma predisposição ao satanismo, e abre-se uma porta de entrada aos demônios. A Palavra de Deus adverte que "o vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pedro 5.8). Ora, os freqüentadores dessa festa satânica facilmente caem na arapuca de Satanás. Aliás, as próprias presas, num ato voluntário, vão com seus próprios pés para a armadilha.
A Luz que liberta

"A condenação é esta: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más" (João 3.19). Só existe um nome, uma Pessoa, que pode libertar o homem contaminado por demônios: é o Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou isso: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). A Bíblia nos ensina que devemos pensar e fazer somente o que é verdadeiro, amável, justo e puro, e que "todo o nosso espírito, alma e corpo devem ser conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo" (1 Tessalonicenses 5.23). Uma pessoa que se fantasia de bruxa, coloca máscaras com motivos demoníacos e passa horas a fio num ambiente de trevas, estaria conservando seu corpo alma e espírito irrepreensíveis? Não, pelo contrário, estaria invocando o poder das trevas; desejando maior aproximação com os demônios. A Palavra ainda adverte: "Não vos voltareis para médiuns, nem para os feiticeiros [bruxos], a fim de vos contaminardes com eles" (Levíticos 19.31). "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Não podemos ser ao mesmo tempo servos das trevas e servos da luz. Ou somos filhos de Deus ou filhos do Diabo. Quem serve ao Diabo com alegorias, fantasias, licores, danças e outras coisas mais, não é servo do Altíssimo. Mas haveria uma saída para quem está contaminado? Jesus responde: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Eis que estou à porta, e bato; Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3.20). Quem está enlaçado ao Diabo deve saber que o Senhor Jesus veio "para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos" (Lucas 4.18). "Porque em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12).
Fonte: www. elnet.com.br Obs.:

Vale lembrar aos Crentes que tais práticas devem ser reprovadas, jamais devemos aprova-las, apóia-las ou até mesmo permitir que nasça nos corações a vontade ou o desejo de participar destas festividades. As Festas Juninas, aparentemente inofensivas, enquadram-se na mesma categoria e aqueles que participam envolvem-se com o mundo das trevas. Inclusive, a Festa Junina tem sido uma grande arma na mão do maligno e através desta prática, tem conseguido amarrar milhares de famílias "crentes". Pais, por favor, não deixe que seus filhos participem destas comemorações promovidas pelos colégios, associações ou outras entidades. Não abra a porta para que o demônio tenha acesso à tua casa/vida. "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação: na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca" Mt 26.41. Não deixe de comentar. e alertar.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cuidado com o fermento!

Por: Dennis Allan

À procura da verdade, no meio da confusão religiosa do Brasil "Vede e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus" (Mateus 16:6). Quando Jesus ofereceu estas palavras de advertência aos Seus apóstolos, ele se apoiou em milhares de anos de significado simbólico da palavra "fermento". Quando entendemos o uso deste termo na Bíblia, podemos ver algumas aplicações da sua advertência, que é importante para nossos esforços ao servir o Senhor.
O Fermento do Erro - Os usos simbólicos da palavra "fermento", na Bíblia, são geralmente negativos. O fermento freqüentemente representou o mal e o erro. Podemos traçar no Velho Testamento o desenvolvimento destes significados da palavra "fermento". O uso do fermento era proibido durante a Páscoa, a festa em que os israelitas comemoravam a libertação da nação judaica da servidão egípcia (Êxodo 12:15). De fato, os israelitas não tinham permissão para incluir fermento nos sacrifícios feitos a Deus. Em Levítico 2:11, Deus disse: "Nenhuma oferta de manjares, que fizerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, e de mel nenhum queimareis por oferta ao Senhor."

Baseando-se nesta tradição de que o fermento representava alguma coisa má, impura e inaceitável por Deus, Jesus e Paulo se referiram às falsas doutrinas como fermento. Jesus advertiu contra o fermento o falso ensinamento dos fariseus e dos saduceus (Mateus 16:12). Paulo disse que aqueles que tentavam persuadir os cristãos a voltarem à pratica da lei de Moisés espalhavam o fermento (Gálatas 5:4-9).
O fermento também representava a influência corruptora da imoralidade. Paulo se referiu ao problema da imoralidade sexual entre os cristãos de corinto em termos duros e perguntou: "Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" (1 Coríntios 5:6). Deixada sem correção, a ação do fermento da imoralidade pode se espalhar e corromper a congregação inteira.
Sacrifícios Sem Fermento - Exatamente como os filhos de Deus no Velho Testamento tinham que oferecer sacrifícios ázimos (isto é, sem fermento) e puros, hoje Deus espera que nossos sacrifícios espirituais sejam livres de impurezas. Para ajudar-nos a apreciar este fato, Deus nos deu o exemplo do sacrifício perfeito e sem pecado oferecido por seu Filho. Os cristãos de hoje celebram a Ceia do Senhor com pão asmo, porque este foi o que Jesus usou na comunhão-modelo com seus apóstolos. Quando consideramos o simbolismo do fermento, fica aparente que nenhum outro tipo de pão poder ser satisfatório. Cristo foi nosso sacrifício ázimo, sem pecado (1 Coríntios 5:7-8). Temos que imitá-lo e também sermos verdadeiramente sem fermento (1 Coríntios 5:7). Uma igreja que é sem fermento e pura não permite imoralidade ou falso ensinamento (1 Coríntios 5:9-13).
A Importância de Ser Moralmente Sem Fermento - Nossa sociedade é, infelizmente, cheia do fermento de imoralidade. A desonestidade, a cobiça e a sensualidade têm corrompido as vidas de inúmeras pessoas e ameaçam cada um de nós, todos os dias. Os jornais estão cheios de relatos da corrupção no Governo. As revistas e os filmes tiram lucro da exploração do pecado sexual. Jesus nos chama para sermos luzes e para mudar este mundo escuro e corrompido (Mateus 5:14-16).
Porém, muitos que afirmam estarem seguindo Jesus estão ignorando esta determinação. Enquanto proclamam estão se atualizando com um mundo em mudança, algumas igrejas vão aprovando certas práticas claramente condenáveis, como o adultério (Lucas 16:18) e o comportamento homossexual (Romanos 1:26-27; 1 Coríntios 6:9-11). Onde Jesus exigia santidade, estas igrejas modernas a substituem por uma atitude tolerante que aceita, o câncer mortal do pecado e encoraja a morte espiritual eterna (Romanos 6:23). O fermento está agindo, corrompendo os justos.
O Fermento do Erro - A Importância de Ser Doutrinariamente sem Fermento O evangelho que Jesus revelou (através do trabalho do Espírito Santo), para guiar seus seguidores, era puro. Agora, depois de dois mil anos, ainda podemos apreciar a pureza e a simplicidade da doutrina que ele revelou no Novo Testamento. Mas muitas pessoas não se contentam em aderir a esta verdade pura e não fermentada. Séculos depois do trabalho de Jesus na terra, os homens começaram a misturar o evangelho com outros elementos, criando uma ímpia mistura de doutrinas corruptas. A palavra "sincretismo" descreve esta tentativa de misturar idéias que são contraditórias.
O desenvolvimento do catolicismo na Ásia e na Europa ilustra esta tendência perigosa. Quando o catolicismo se tornou a religião oficial do Império Romano ficou mais fácil incorporar as falsas religiões à "nova" fé do que converter verdadeiramente os adoradores de ídolos. Uma ilustração clara deste fermento doutrinário ocorreu no ano 432. Em um concílio, em Éfeso, representantes de várias igrejas determinaram declarar que Maria era a Mãe de Deus. Nessa cidade, conhecida por sua adoração de uma divindade feminina, Maria foi "elevada" por um concílio humano a ser conhecida como a Mãe de Deus. Em vez de enfrentar diretamente o pecado de adorar Diana (como Paulo havia feito quatro séculos antes, veja Atos 19:26-29), este concílio adotou a adoração a Diana na prática da igreja, disfarçada de veneração a Maria. Com o passar do tempo, esta exaltação a Maria levou ao desenvolvimento de um completo sistema de crenças sobre a mãe de Jesus, sem qualquer fundamento bíblico. O fermento da falsa doutrina estava se espalhando.
O ambiente religioso do Brasil ilustra esta mesma tendência. A crença religiosa de muitos brasileiros é uma mistura de catolicismo, superstições tribais de índios nativos e idéias religiosas trazidas da África. Muitos dos "santos" honrados hoje nada mais são do que falsos deuses, aos quais foram dados nomes católicos e incorporados em um sistema confuso onde a distinção entre verdade e erro está apagada.
Nas décadas passadas, mais fermento foi espalhado por várias igrejas protestantes. Uma nação mundialmente conhecida pelo seu espiritismo tem muitas pessoas que acreditam em experiências subjetivas e rejeitam a idéia de que Deus revelou um padrão absoluto de verdade.

O amplo crescimento do pentecostalismo é desenvolvido, parcialmente, sobre esta confusão. Supostos milagres ("trabalhos!") feitos pelos maus espíritos são substituídos pelos milagres que se dizem operados pelos pregadores. Satanás aparentemente cede seu lugar ao Espírito Santo, mas o que acontece mesmo é a expansão das doutrinas contraditórias. No Novo Testamento, o Espírito Santo deu poder a homens santos para realizarem maravilhosos milagres e confirmar a verdade do evangelho falado. Hoje em dia, dúzias de igrejas que ensinam doutrinas conflitantes dizem estar manifestando os sinais do céu! Paulo disse que devemos rejeitar tais novas e contraditórias mensagens e contentar-nos com as mensagens já reveladas 1900 anos atrás! Ele advertiu os Gálatas: "Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema" (Gálatas 1:9). É uma triste ironia que o Espírito da Verdade (João 14:17) tenha sido transformado no autor da confusão e da incerteza. O fermento do falso ensinamento continua se espalhando.

O Que Devemos Fazer? O entendimento desta tendência humana para corromper o que é bom e justo, nos auxiliará a encontrar nosso caminho na travessia da confusão dos erros humanos, e chegar à verdade revelada por Deus. Em cada encruzilhada temos que insistir na resposta à pergunta que Jesus fez aos chefes religiosos espalhadores do fermento, no seu tempo: ". . . do céu ou dos homens?" (veja Mateus 21:25). Com este teste, poderemos seguir a inspirada determinação de Paulo: ". . . julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda a forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22). O fermento humano tem que ser rejeitado, quando nós seguimos "o caminho, a verdade e a vida" (João 14:6). Convido-te a ler: II Tes 2.1-12 e Ap 13.11-18. Amados, como disse João em sua primeira epist. I Jo 2.18..."Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, tamb´[em agora muitos se têm feito anticristos: por onde conhecemos que é já aúltima hora". Então, vamos vigiar e permanecer naquilo que aprendemos da Gloriosa Palavra de Deus - A BÍBLIA SAGRADA.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MENSAGEM AOS LÍDERES - Por Marcos Witt

Mateus 20:20-28

20 Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor.
21 Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.
22 Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.
23 Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24 Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25 Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.
26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;
27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.


O Bom Pastor

“Entre vós não será assim”. Cinco palavras apenas que fazem toda a diferença.

O bom pastor é o que dá a vida pelas ovelhas (Jo 10:11). Não sou eu quem o diz. É a Bíblia que o diz. São palavras de Jesus. Existem hoje muitos Pastores que dizem às pessoas que têm que dar a sua vida por eles. Mas a verdade permanece: o bom Pastor não é o que pede as vidas das ovelhas, é o que dá a vida pelas ovelhas.
Chega de ditadores; queremos pastores.

Tenho uma dor no coração por ovelhas magoadas.
Os Pastores são chamados a pastorear suavemente. Há muitas ovelhas perdidas, destroçadas e magoadas por pastores.
Precisamos de Pastores que amem mais as ovelhas do que a sua posição de Pastor.

Posição ou Serviço

Dois discípulos de Jesus estão mais interessados em posição do que em servir. Dois mil anos depois os discípulos estão mais preocupados com visibilidade do que em serviço.
Muitas pessoas hoje querem ser tratados por grandes títulos. Hoje está na moda líderes quererem ser tratados por Profetas ou Apóstolos.
O Senhor mostrou e disse que não precisamos de títulos; precisamos trabalhar.
A mãe dos filhos de Zebedeu foi dar ordens a Jesus. “Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.” (v.21). Quando vamos compreender que não damos ordens ao Senhor dos senhores? Recebemos ordens de Jesus porque nós é que somos os servos.

Pessoas que buscam visibilidade estão loucas. Não sabem o que dizem (nem o que fazem). Jesus disse “não sabeis o que pedis”. Os dois discípulos disseram “podemos”. Não sabiam o que falavam.

A reacção dos outros dez é impressionante. Indignaram-se com os outros dois. A razão para ficarem assim é que queriam aqueles lugares também.
Todo o mundo quer visibilidade. E quando vamos servir as ovelhas?!

Liderar = Levar as pessoas a dependerem de Deus

Jesus dá conta que existia um problema com os discípulos. Ainda hoje persiste este problema.
Muitos Pastores estão sempre a dizer aos outros o que fazer; como viver. Como devem usar o cabelo; como se vestir; com quem casar; etc. Esquecem-se que não são o Espírito Santo. Precisam ensinar os outros a não dependerem deles; a dependerem de Deus.
Há Pastores que dizem que Deus só fala através deles; que só eles é que ouvem a voz de Deus. Sabes o que digo às pessoas que têm ou conhecem pastores assim? Vai para bem longe deles!!!
Deus não nos chamou para ensinarmos as pessoas como viver, ou o que fazer. Chamou-nos para ensinarmos os princípios da Palavra de Deus. E os princípios da Palavra de Deus vão ensinar as pessoas a viver.

Ouvir os outros

A minha paixão é ver líderes que não vão ser como alguns políticos ou patrões, que não deixam as pessoas pensar, falar, expressar-se.
Jesus disse: “entre vós não será assim”.
Precisamos compreender que as pessoas que lideramos também têm mente, boca e coração.

Numa reunião com os meus líderes, apresentei aquele que achava ser um plano maravilhoso para o nosso futuro. Desenhei num quadro as várias propostas que tinham vindo ao meu coração. Estava muito entusiasmado. Quando terminei não houve a receptividade que esperava. Um dos meus colaboradores mais jovens disse “interessante…”. Nessa altura começou a remexer-se algo dentro de mim. Alguns líderes teriam estraçalhado aquele colaborador naquele momento. Mas o jovem continuou. Levantou-se, dirigiu-se ao quadro, agarrou num marcador e começou a riscar o meu projecto “glorioso”. E disse: “De tudo o que falou, isto é o que se aproveita e se juntarmos isto”, escreveu a sua ideia, “creio que poderemos alcançar mais”. Quando ele terminou percebi que com o seu contributo a minha ideia tinha ficado melhor. Se dermos oportunidade para os outros falarem e darem o seu contributo, poderemos ir mais longe. Vou dizer-vos uma coisa que é importante anotar: Uma grande ideia é o resultado de muitas boas ideias.

Chega de ditadores; queremos pastores…

A questão da visibilidade

Alguns de vós irão ter visibilidade. Mas que isso não seja através de negociações e esquemas. Isso pertence ao Pai conceder. Quando alguém está num lugar de visibilidade colocado por Deus, as pessoas dão glória a Deus porque é obra de Deus. Deus colocou-me num lugar de visibilidade. Mas eu nunca procurei isso. Eu só queria servir. Essa é até a parte do meu ministério que mais me incomoda.
Alguns não irão ter visibilidade. Isso não vos torna com menos valor do que os outros. Deus dispõe cada um como Ele quer. Somos todos servos e a Ele toda a glória!

Marcos Witt
Colocado em 02.07.09

A Raiz de todos os males

Raiz de todos os males: as igrejas evangélicas e o dinheiro. - Alderi Souza de Matos.

Publicado em 06.07.2009 Historicamente, muitos grupos e líderes evangélicos têm enfrentado sérios problemas na sensível área das finanças. No Brasil, um caso relativamente recente envolveu o casal Hernandes, os fundadores da Igreja Renascer em Cristo.
Não é sem razão que o dinheiro e seu uso estão entre os temas mais freqüentes da Bíblia. Na maior parte dos textos que falam do assunto, o tom é de solene advertência quanto aos perigos que espreitam nessa área (ver 1Tm 6.9-10). Existem alguns elementos no ambiente cultural evangélico e pentecostal que contribuem para esses problemas.

Personalismo
Os reformadores protestantes do século 16 contestaram um sistema religioso cujos líderes eram tidos como detentores de um poder espiritual especial. Eles insistiram no princípio bíblico de que os crentes são sacerdotes de Deus (1Pe 2.5,9; Ap 1.6) e, portanto, iguais diante dele. Sem desmerecer a figura dos ministros cristãos, eles os qualificaram como instrumentos escolhidos por Deus através dos fiéis, não tendo qualquer status espiritual superior. Todavia, com o passar dos anos muitas igrejas herdeiras da Reforma têm ficado fascinadas com o antigo sacerdotalismo questionado pelos reformadores.
A tendência de colocar os líderes eclesiásticos em um pedestal, considerando-os “ungidos do Senhor” e, portanto, intocáveis, imunes a contestações e críticas, tem sido motivo de inúmeros males para a causa de Cristo. Muitos líderes evangélicos contribuem para esse nefasto culto da personalidade quando alegam possuir virtudes e dons especiais, atribuem a si mesmos títulos grandiosos e condicionam os seus liderados a obedecê-los cegamente, desprezando exortações bíblicas claras como 1Pedro 5.1-4.

Triunfalismo
Durante a maior parte da Idade Média, a cristandade européia foi afligida por uma série de distorções, uma das quais recebeu o nome de “simonia”, a comercialização de bens religiosos, em especial a compra e venda de cargos eclesiásticos. Os mais cobiçados eram os mais lucrativos, como a chefia dos bispados e dos grandes mosteiros. Esse vício floresceu graças à mentalidade triunfal de uma instituição que detinha a hegemonia do campo religioso e era extremamente rica e poderosa.
A atitude triunfalista é cultivada nas igrejas evangélicas sempre que os líderes e os membros se consideram tão próximos de Deus, tão abençoados e protegidos por ele, que nada poderá atingi-los. O problema dessa atitude, além da falta de humildade, é a tendência de minimizar os pecados dos crentes, especialmente dos líderes, e de considerar as críticas e reveses que sofrem por causa dos seus erros como provações passageiras ou ataques do inimigo. Com isso, os problemas não são admitidos, tratados e solucionados de maneira bíblica e cristã.

Falta de prestação de contas
O final dos anos 80 foi péssimo para a imagem dos evangélicos nos Estados Unidos. Diversos escândalos vieram a público, a maior parte na área financeira, envolvendo “tele-evangelistas” como Oral Roberts e Jim Bakker. Este último, após ser denunciado pela secretária com quem teve um caso, foi investigado pelo governo e condenado à prisão por evasão fiscal e malversação das contribuições dos fiéis. Em resposta a esses episódios, foi criada uma organização chamada Conselho Evangélico pela Responsabilidade Financeira, que examina as contas dos ministérios que desejam um atestado de boa conduta.
É importante reconhecer que a maior parte das igrejas evangélicas realiza o seu trabalho cristão com seriedade e integridade. No entanto, as práticas financeiras de muitas igrejas e ministérios são uma incógnita. Com freqüência são os próprios obreiros e pastores que recolhem e administram as contribuições. Não há tesoureiros eleitos, relatórios periódicos publicados, comissões de exame de contas. Os fiéis têm pouca ou nenhuma participação nessa área tão importante. Nesse ambiente de falta de transparência e de ausência de prestação de contas, tudo pode acontecer.

Teologia distorcida
Talvez a causa mais básica dos problemas que têm ocorrido seja uma interpretação bíblica tendenciosa e uma teologia falha, que surgiu há várias décadas na América do Norte e chegou ao Brasil como o “evangelho da prosperidade”. O fundamento dessa ideologia afirma que a obra redentora de Cristo conquistou para os crentes a vitória sobre todos os tipos de males, resultando em salvação, saúde física e sucesso financeiro. Argumenta-se que os “filhos do Rei” devem, por definição, ser prósperos em tudo.

Ao mesmo tempo, são convenientemente esquecidos os muitos textos bíblicos que apontam na direção oposta, condenando a preocupação com os bens materiais, alertando para a armadilha espiritual representada pela ganância, bem como destacando o exemplo de Cristo e o discipulado cristão humilde e altruísta. Com a pragmática teologia da prosperidade, muitas igrejas enchem seus templos e seus cofres, mas oferecem pouca nutrição aos seus fiéis e uma mensagem alienante em relação aos problemas que assolam o país. Por trás do discurso piedoso, essas igrejas tornam-se cada vez mais parecidas com o mundo.

Conclusão
O Brasil vive um dos piores períodos da sua história. Apesar da relativa estabilidade econômica, o crime e a insegurança atingem níveis sem precedentes; as instituições públicas estão com sua imagem destroçada; o sentimento predominante é de cinismo, indiferença e perda do idealismo.
Nesse ambiente desolador, as igrejas evangélicas e seus líderes podem mostrar que há esperança nos valores e princípios apregoados pela fé cristã. Todavia, em primeiro lugar é necessário que pratiquem os valores bíblicos em sua própria casa, vivendo de modo digno do evangelho de Cristo (Fp 1.27). Só assim terão autoridade espiritual, moral e ética para serem instrumentos de transformação.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

Márcio Melânia

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Amizade de cristão

De: Milton Adones Vieira

É bom ter amigos, e é bom ser reconhecido e valorizado por tais amigos, sem dúvida; mas, o mais importante é saber que você , além de ter amigos, também os pode chamar de irmãos. Sou um homem que tenho muitos amigos fora e dentro da igreja, mas aminha alegria é de saber que tenho milhões de irmãos espalhados pelo mundo afora, os quais fazem parte do corpo do Cristo ressucitado - a sua amada Igreja. Digo ainda, quando estive em lutas e aflições, necessitado de um ombro amigo, pude contar com as orações e ajuda dos amigos irmãos que vivem ao meu redor em minha comunidade, não foi os amigos, só amigos lá do mundo. Por isso eu prezo a amizade; pricipalmente a dos domésticos da fé. Você é meu amigo e irmão. Louvado seja o Senhor, amém. "Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão; O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há um amigo mais chegado do que um irmão" Pv 17.17; 18.24. Todavia, no mundo é diferente, veja: "Muitos suplicam a face do príncipe, e cada um é amigo daquele que dá presente" Pv 19.6. Vamos fazer amigos e depois levá-los a Cristo!!

VOCÊ FOI CHAMADO E ESCOLHIDO

De: #C*R*U*Z#

Você foi nomeado por Deus como um reparador de brechas, alguém capacitado para viver com excelência a visão do Senhor sobre o resgate de toda uma geração. Você é quem vai profetizar e liberar as palavras de vida sobre a nossa terra, sendo um autêntico guarda sobre os muros, que enxerga à distância e anuncia as Boas Novas para os campos brancos. Você vai ganhar aqueles que estão perdidos em suas dores e lastimas espirituais, fechará com o poder do Nome de Jesus a escuridão que assola os desertos do povo e abrirá rios de águas vivas. Você é um objeto de louvor, um testemunho real.

Um servo que possui a fonte da água viva no seu interior e vai jorrar o manancial da cura, o remédio do mundo, a solução onde colocar a planta dos pés. Você faz parte de uma geração escolhida pessoalmente pelo Senhor para caminhar como filho de Deus revestido de toda santidade e força. Um filho que fará toda a diferença, provando com inteireza de coração que assume a visão e os sonhos do Pai e os consolida em Espírito e Verdade. Você é erguido pelo Senhor dos Exércitos para caminhar em lugares altos. Nasceu para vencer e reinar ao lado do Príncipe da Paz. O Senhor estendeu a mão sobre sua vida e decretou porção dobrada de unção, autoridade e poder.

Você fará tudo aquilo que o Grande Eu sou proclamou quando esteve aqui em nosso meio. Cumprirá com toda intensidade do seu coração os mandamentos. Seu galardão é impactar gerações. Levantar os caídos e conduzí-los a redenção. Você é uma muralha preparada para combater e destruir o jugo de maldição e morte. Possui um fogo ardente dos céus que incendiará os caminhos maus. É uma porta de entrada da luz e por onde for todos saberão que és chamado FILHO DO ALTÍSSIMO! Você é um profeta aliançado no chamado e não descansará até ver o quebrantamento e a salvação dos teus irmãos. És um atalaia, um arauto que vai na frente e publica a Lei e o dia aceitável da reconciliação com o Pai Você vai refletir a identidade do Senhor Jesus. Você é um discípulo! Da Bíblia. por Milton A. V. "Toda a ferramenta preparada contra ti, não prosperará; e toda a lingua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás: esta é a herançados servos do Senhor, e a sua justiça que vem de mim, diz o Senhor. ...E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te livrar" Is 54.17; Jer 1.19. Amém, amados?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um Salmo de Asafe que se indentifica com as minha lutas e aflições

Salmos 77
1
¶ [Salmo de Asafe, para o músico-mor, por Jedutum] Clamei a Deus com a minha voz, a Deus levantei a minha voz, e ele inclinou para mim os ouvidos.
2
No dia da minha angústia busquei ao SENHOR; a minha mão se estendeu de noite, e não cessava; a minha alma recusava ser consolada.
3
Lembrava-me de Deus, e me perturbei; queixava-me, e o meu espírito desfalecia. (Selá.)
4
Sustentaste os meus olhos acordados; estou tão perturbado que não posso falar.
5
Considerava os dias da antiguidade, os anos dos tempos antigos.
6
De noite chamei à lembrança o meu cântico; meditei em meu coração, e o meu espírito esquadrinhou.
7
Rejeitará o SENHOR para sempre e não tornará a ser favorável?
8
Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?
9
Esqueceu-se Deus de ter misericórdia? Ou encerrou ele as suas misericórdias na sua ira? (Selá.)
10
E eu disse: Isto é enfermidade minha; mas eu me {lembrarei}) dos anos da destra do Altíssimo.
11
¶ Eu me lembrarei das obras do SENHOR; certamente que eu me lembrarei das tuas maravilhas da antiguidade.
12
Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos.
13
O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?
14
Tu és o Deus que fazes maravilhas; tu fizeste notória a tua força entre os povos.
15
Com o teu braço remiste o teu povo, os filhos de Jacó e de José. (Selá.)
16
As águas te viram, ó Deus, as águas te viram, e tremeram; os abismos também se abalaram.
17
As nuvens lançaram água, os céus deram um som; as tuas flechas correram duma para outra parte.
18
A voz do teu trovão estava no céu; os relâmpagos iluminaram o mundo; a terra se abalou e tremeu.
19
O teu caminho é no mar, e as tuas veredas nas águas grandes, e os teus passos não são conhecidos.
20
Guiaste o teu povo, como a um rebanho, pela mão de Moisés e de Arão.