sexta-feira, 30 de setembro de 2011

PORQUE ÀS VEZES A NOSSA ORAÇÃO NÃO É OUVIDA?


Com a permissão do autor deste estudo, eu Milton Adones Vieira, faço esta postagem em meuBlog. Obrigado.
Na carta do Aposto Paulo aos Filipenses capítulo 4 versículo 6 a palavra do Senhor Diz: Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graça.


Mas às vezes, temos a sensação que as nossas orações não são ouvidas, não há resposta, as mudanças não ocorrem, Deus tudo ouve, mas qual o motivo do silêncio que aperta o coração, há algo errado?


O Senhor Deus alerta sobre a necessidade do compromisso, para que as nossas petições subam diante do seu Trono de Glórias, porque no Evangelho de João 9.31 está escrito: Deus não ouve a pecadores, mas se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ele ouve. .


Para a oração ser ouvida, não basta só pedir, ela requer, primeiramente fé, arrependimento, conversão, direção do Espírito Santo, porque não sabemos o que havemos de pedir e como convém, mas o Espírito ajuda em nossas fraquezas e intercede por nós até com gemidos inexprimíveis.


No livro do Profeta Isaias Capítulo 59 Versículos 1 e 2, a palavra diz: Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar, nem o seu ouvido agravado, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.


Portanto amados, as mãos do Senhor não estão encolhidas para lhe abençoar, e nem os seus ouvidos vedados para não ouvir, mas estando em pecado, as orações não são elevadas diante de Deus, porque as transgressões se constituem em uma barreira para que os ouvidos do Senhor não as ouçam, porque Deus não faz comunhão com o pecado, Ele disse: Sede santo, porque Eu sou Santo.


A primeira carta universal do Apóstolo Pedro 3.12 diz: Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos, atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem males.


I João 1.8 a 10 e 2.1 - Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentirosos, e a sua palavra não está em nós.


Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.


A palavra do Senhor assegura que todos somos pecadores, e se dissermos que não há pecado em nós, tornamo-nos mentirosos, mas também nos conforta e nos dá a certeza que temos um Advogado que está à destra do Deus Pai, e por nós pecadores intercede, quando há arrependimento de toda má obra que praticamos.


O Senhor nos ensina também, que além do arrependimento para recebermos o perdão dos pecados pelo sangue do Senhor Jesus, necessário é, que saibamos perdoar aqueles que nos tem ofendido, porque se não perdoarmos aos nossos devedores, o Pai, também não nos perdoará (Mateus 6.14, 15), e, se não recebermos a “Graça” do perdão, as nossas petições não chegarão diante do trono de Glória do Deus Pai.


No texto abaixo, o Senhor Jesus nos ensina como devemos nos dirigir ao Pai, não com hipocrisia, falsidade, nem para sermos vistos pelos homens, mas com humildade, e pureza de coração.


No Evangelho de Mateus 6.5 a 8, O Senhor Jesus, em sua infinita bondade e sabedoria, instrui que o aposento do espírito é o nosso corpo, sendo a boca a porta de entrada deste aposento, e quando nos dirigirmos a Deus, a porta deverá ser fechada, como também, não devemos usar de vãs repetições, porque o Senhor já conhece todas as nossas necessidades antes mesmo de abrirmos a boca.

O livro de Eclesiastes 5.2, 3, 7 diz: Não te precipites com a tua boca, nem o seu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está no céu e tu está sobre a terra, pelo que sejam poucas as tuas palavras.


Porque, da muita ocupação vem os sonhos, e a voz do tolo da multidão de palavras. Porque, na multidão dos sonhos há vaidades, assim também nas muitas palavras, mas tu temes a Deus.


A Oração é uma aproximação do servo ao Senhor Deus que se faz pela fé, e o Senhor nos ouvirá não pelo muito falar, mas à medida da fé, humildade e a pureza de coração, porque a oração é o ápice da comunhão entre o homem e o Deus Altíssimo, por meio de palavras ou do pensamento.


Apesar da fé e confiança que depositamos em Deus Criador, às vezes as nossas orações não são atendidas, porque pedimos coisas que não são da vontade do Senhor, em Tiago 4.3 a palavra do Senhor diz: Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vosso deleite.


Precisamos entender que o sangue do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário, não foi para nos atender em coisas desnecessárias e supérfluas, o maior patrimônio, a maior riqueza que podemos alcançar não são as coisas deste mundo, mas a sua paz, a graça e a infinita misericórdia do Senhor Jesus Cristo, e principalmente, a oferta da vida eterna junto ao Pai.


Para que a nossa oração chegue diante do Trono de Glória Deus, e seja por “Ele” ouvida, é indispensável uma vida em comunhão com Cristo, e a submissão à inteira vontade de Deus, o arrependimento para recebermos o perdão do Senhor Jesus, e, principalmente perdoarmos aqueles a quem nos tem ofendido.


Devemos sempre que possível, nos colocar de joelho (Efésios 3.14) diante do Senhor. Agradecer as bênçãos já recebidas, e pedir ao Pai, em nome do Senhor Jesus Cristo, crendo que as nossas petições serão ouvidas e atendidas, porque Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e o homem.


Em hipótese alguma podemos duvidar do poder de Deus, o que duvida é semelhante às ondas do mar que são levadas pelo vento e lançadas de um lado para outro (Tiago 1.6), porque para Deus nada é impossível. Quem pede ao Senhor duvidando, certamente não será atendido.


Disse o Senhor ao profeta Jeremias (29.12, 13): Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração.


A ORAÇÃO FORTE EXISTE? - Temos ouvido alguns pregadores falar em “oração forte”. Mas, que oração forte é essa que não faz parte do Evangelho de Cristo? E o que não consta no Evangelho não é bíblico, e não sendo bíblico não poderá ser praticado porque é doutrina de homem, e está fora dos propósitos de Deus. Oração forte é uma linguagem herdada do espiritismo.


No Evangelho de Mateus 21.22, disse Jesus: “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.


A Bíblia não menciona oração forte ou oração fraca, mas diz: Tudo o que pedirdes “crendo o recebereis”. Esta é a condição, ter fé suficiente para a sua oração chegar aos ouvidos de Deus. Crer incondicionalmente de todo coração, que as mãos do Senhor estão voltadas para te abençoar, quando pedimos alguma coisa que seja da sua vontade.

Na carta Universal do Apóstolo Tiago 5.15, 16 diz: A oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará, e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.Podemos observar no início deste texto que Deus não ouve a pecadores, portanto, não basta ter compromisso o dízimo, com campanhas, ou com o pastor da sua igreja, se não tiver despojado do velho homem pecador e revestido do novo nascimento de Cristo em seu coração, tudo será em vão.


É indispensável o compromisso com o Senhor Jesus Cristo, pois no seu Evangelho, todos que recebiam curas, e libertações, o Senhor sempre lhes dizia: A tua fé te salvou. Não há referência alguma de Cristo dizendo: A tua fé te curou. Porque pela fé, vem a “Graça” do Senhor Jesus Cristo e a oferta da salvação para a vida eterna. Para isso Ele veio, não só para nos aliviar da opressão, mas principalmente, buscar e salvar aquele que estava perdido.



quinta-feira, 18 de março de 2010

Seja você também um vaso, cheio do perfume do Espírito de Cristo!







Vaso de alabastro     Andréia Cherfan

“Seis dias antes da páscoa, Jesus chegou a Betânia, onde vivia Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Ofereceram-lhe ali um jantar. Marta servia, e Lázaro estava entre os que se reclinavam à mesa com ele. Então Maria tomou uma libra de um nardo puro, um perfume muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. E toda a casa se encheu com a fragrância do perfume”. (João 12.1-3)

Faltavam poucos dias para a páscoa e Jerusalém fervilhava. O povo chegava de toda a parte para celebrar a grande festa. Na época de Jesus havia cerca de 50 mil habitantes em Jerusalém. Este número aumentava para cerca de 200 mil na época da páscoa. Jesus decidiu se afastar daquela confusão, e foi passar a noite em Betânia, cidade situada cerca de 3 km a leste de Jerusalém. Lá, Jesus visitou Simão, antes conhecido como “o leproso”, que o recebeu com prazer e lhe serviu uma boa refeição. Nesta época era comum as mesas serem baixas, pouco acima do chão. Por isso, as pessoas se sentavam no chão, e reclinavam-se à mesa. E lá estava Jesus, reclinado à mesa e cercado de amigos.

Marta servia a todos, enquanto seu irmão Lázaro estava sentado junto com seu amigo Jesus. De repente, Maria, irmã de Marta e de Lázaro, entrou no lugar onde Jesus estava. Ela se aproximou de Jesus carregando um vaso de alabastro contendo uma libra de nardo puro (Jo. 12:3) e quebrou o vaso, derramando o bálsamo sobre a cabeça Dele (Mc. 14:3).

O perfume era tão intenso que encheu toda a casa (Jo. 12:3). O nardo era um bálsamo raro extraído de uma planta nas regiões do Himalaia (Índia), e sendo um produto importado de longa distância era um artigo caro e raro. A quantidade citada na Bíblia (“uma libra”) equivale a cerca de 326 gramas. Este bálsamo poderia ter sido vendido por 300 denários (Mc. 14:5). Naquela época, um trabalhador recebia um denário por um dia de trabalho. Assim, o nardo derramado por Maria valia praticamente o salário de um ano de trabalho. Com este ato, Maria estava declarando que Jesus é mais precioso do que o mais puro nardo.

Nesta história, uma das muitas lições que podemos aprender é a importância de quebrar o vaso. Em Mc. 14:3 diz: “... e, quebrando o alabastro...”. Por que Maria quebrou o vaso? Era mesmo necessário quebrá-lo? Ele não poderia ter sido poupado? Não seria possível derramar o bálsamo sem quebrar o vaso? Na verdade, não! Observe a foto inserida no início deste texto. Esta é uma imagem de um vaso de alabastro encontrado em Canaã (Israel) datado de aproximadamente 1400 – 1200 a.C.

O alabastro é uma variedade do gesso, e era muito usado para fazer pequenos vasos. O vaso de alabastro era pequeno, com cerca de 14 cm de altura. Seu corpo era redondo, e ia afinando até o gargalo. Possuía uma pequena alça para que pudesse ser carregado preso ao cinto. Ele era selado (ou tampado) no gargalo para que o bálsamo não se perdesse e também para que o perfume fosse preservado. Desta forma, para usar o bálsamo, a pessoa tinha que quebrar o vaso. Para facilitar a quebra e para não correr o risco de quebrar demais o vaso e perder todo o bálsamo, o vaso possuía umas ranhuras em forma de espiral na altura do pescoço. Estas indicavam o local onde o vaso deveria ser quebrado e serviam também para facilitar a quebra. Como o vaso tinha que ser quebrado, não poderia utilizar apenas metade do bálsamo e guardar a outra metade. Era necessário usar todo o bálsamo de uma vez só. Por este motivo, o vaso de alabastro era pequeno, pois era a medida exata para caber uma quantidade suficiente para ser aplicada uma única vez.

O vaso de alabastro é criado justamente para isso. Ele é formado para guardar um bálsamo precioso, e sabe que terá que compartilhá-lo com as pessoas. O vaso de alabastro sabe que quando chegar o momento do bálsamo ser derramado, ele será quebrado. Mas isso não lhe causa dor, pelo contrário, ele sente prazer porque ao ser quebrado o perfume do bálsamo se espalhará pela casa toda, e todos sentirão o suave odor daquela fragrância. Ser quebrado não é o ponto mais baixo da história do vaso de alabastro. Pelo contrário. É o ponto mais alto. É para isso que ele foi criado.

Sabe, nós somos como o vaso de alabastro. Todos nós temos esse bálsamo dentro de nós. Segundo a Bíblia, nós somos o suave perfume de Cristo. Não podemos trancá-lo ou escondê-lo. Ele precisa ser compartilhado. Precisamos deixar que o vaso seja quebrado, para que o bálsamo seja derramado. Só assim, todos sentirão o seu suave perfume. Não lamente quando você for quebrado. Não lamente pela quebra do velho vaso. Preste atenção ao perfume que o Senhor está derramando em sua vida e através dela.

“Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.”

sábado, 13 de março de 2010

ESCATOLOGIA - O Arrebatamento da Igreja - 1 Ts 4.13-18

INTRODUÇÃO                                                                      Você já orou hoje? Quando a Bíblia fala da vinda do Senhor Jesus, o assunto aparece como um só evento. Mas no seu contexto doutrinário, ela tem duas etapas distintas. A primeira invisível para o mundo, é o arrebatamento da Igreja; a segunda, visível, fala da vinda de Jesus em gloria, especialmente para Israel (Ap 1.7; Zc 14.4)

I. ESCOLA DE INTERPRETAÇÃO

Existem três escolas distintas de interpretação a respeito do arrebatamento da Igreja. Elas abrem espaço para entendermos como e quando ocorrerá esse grandioso evento.

1. Pós tribulacionista. Essa escola interpreta que a Igreja remida por Cristo passará pela Grande Tribulação.

2. Midi tribulacionista. Ensina que a Igreja entrará no período da Grande Tribulação até a sua metade. Seus interpretes se baseiam numa interpretação isolada de Dn 9.27, cujo texto fala que depois do opressor firmar um concerto com Israel por uma semana, “na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares”.

3. Pré tribulacionista. Podemos começar entendendo essa escola de interpretação com as palavras de Paulo aos tessalonicenses, quando escreveu; “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo”, 1 Ts 5.9. Ensina que o arrebatamento da Igreja ocorrerá antes que se inicie o período da Grande Tribulação. É uma interpretação que honra as Sagradas Escrituras e ajusta se devidamente à esperança cristã da volta do Senhor nos ares.

II. DUAS PALAVRAS GREGAS RELATIVAS AO ARREBATAMENTO

Encontramos varias palavras no grego do Novo Testamento relativas ao arrebatamento que podem aclarar nosso entendimento acerca do arrebatamento. Destacaremos duas palavras principais:

1. Parousia. Literalmente quer dizer “presença”, “chegada rápida”, “visita”. É a palavra mais frequentemente usada nas Escrituras para descrever o retorno de Cristo, pois ocorre 24 vezes. Seu sentido é abrangente porque não define apenas a volta de Cristo ate ou sobre as nuvens, mas em outras vezes se refere à Sua volta pessoa à Terra (1 Co 15.23; 1Ts 2.19; 1Ts 4.15; 5.23; 2 Ts 2.1; Tg 5.7,8; 2 Pe 3.4). Portanto, o sentido é geral e não especifico. A ênfase maior é dada à vinda corporal e visível de Cristo.

2. Epiphanéia. Literalmente significa “manifestação”, “vir à luz”, “resplandecer” ou “brilhar”. O sentido é mais especifico, porque se refere especialmente à vinda sobre as nuvens. É a volta pessoal de Cristo à Terra que acontecerá com uma manifestação visível e gloriosa (2 Ts 2.8; 1 Tm 6.14; 2 Tm 4.6-8). Parousia é abrangente e pode referir se tanto à vinda de Cristo para a Igreja como para o mundo. Entretanto, epiphanéia é um termo que especifica a volta de Cristo à Terra de modo mais direto, porque diz respeito à sua manifestação pessoal ao mundo.

3. A diferença entre as duas etapas. Referente ao arrebatamento, Cristo virá até ou sobre as nuvens (1 Ts 4.17). Será de modo invisível para a Terra, porque virá para os seus santos nos ares. Em relação à manifestação pessoal de Cristo na Terra, Ele virá sobre as nuvens, de modo visível e com os seus santos (Cl 3.4).
No primeiro evento, Cristo, pelo poder de Sua Palavra e com voz de arcanjo, arrebatara, num abrir e fechar de olhos, a Igreja remida pelo Seu sangue (1 Co 15.52). Esse arrebatamento acontecerá antes que venha o Anticristo e instale o seu domínio sobre a terra por sete anos.

O segundo evento da volta de Cristo acontecerá no final dos sete anos de Grande Tribulação, quando Ele irá destruir o domínio do Anticristo e instalar seu reino de mil anos (Ap 19.11; 20.1-6).

III. PARTICIPANTES DO ARREBATAMENTO DA IGREJA

1. O próprio Senhor Jesus Cristo. Diz a Escritura: “Porque o mesmo Senhor… descerá do céu” (1 Ts 4.16). O apostolo Paulo da ênfase ao senhorio de Jesus conquistado no Calvário quando diz: “o mesmo Senhor”. Os vivos em Cristo e os mortos salvos receberão a ordem de comando do próprio Senhor Jesus Cristo.
2. O arcanjo. A tradução do texto diverge na forma, mas não anula o fato conforme está escrito: “à voz do arcanjo” ou “com voz de arcanjo” (1 Ts 4.16). O texto de Daniel indica que o arcanjo Miguel participará do evento da segunda vinda de Cristo (Dn 12.1), mui especialmente da epiphanéia, quando Cristo, rodeado de exércitos celestiais, descerá sobre a Terra, no monte das Oliveiras (Zc 14.3,4; Ap 1.6,7). Porem no evento do arrebatamento da Igreja, a participação do arcanjo será efetuada pela voz de comando e chamamento, a qual será ouvida apenas pelos remidos.

3. Os mortos em Cristo. Naquele dia, os mortos e os vivos em Cristo ouvirão a voz de chamamento da trombeta do Senhor pelo arcanjo, e “num abrir e fechar de olhos” (1 Co 15.51,52), estarão na presença do Senhor nos ares, com corpos glorificados. A palavra “mortos” diz respeito aos santos que ressuscitarão com corpos transformados em corpo espiritual (soma pneumatikon), enquanto que, os corpos dos ímpios permanecerão em suas sepulturas ate o dia do Juízo Final (Ap 20.12). Assim como Cristo ressuscitou corporalmente, também, os crentes salvos ressuscitarão corporalmente (Lc 24.39; At 7.55,56). Na lição referente à ressurreição tratamos sobre a natureza dos corpos ressurretos.

4. Os vivos preparados. O mesmo poder transformador operado nos corpos dos que morreram no Senhor atuará nos corpos dos crentes vivos naquele dia. Aos tessalonicenses, Paulo declarou: “depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados” (1 Ts 4.17); e aos coríntios, também, disse: “nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados” (1 Co 15.51). Quase que simultaneamente à ressurreição dos mortos em Cristo naquele momento, os vivos em Cristo também ouvirão a voz do arcanjo, e num tempo incontável, serão transformados e arrebatados ao encontro do Senhor nos ares. Os corpos mortais serão revestidos de imortalidade, porque nada terreno ou mortal poderá entrar na presença de Deus. Será o poder do espírito sobre a matéria, do incorruptível sobre o corruptível (1 Co 15.53,54). O arrebatamento dos vivos implica livra-los do período terrível da Grande Tribulação.

IV. ELEMENTOS ESPECIAIS DO ARREBATAMENTO

Alguns elementos especiais e misteriosos indicam a natureza e procedimento do arrebatamento da Igreja na vinda do Senhor.
1. Surpresa. Esse elemento é rejeitado por alguns grupos que entendem que não haverá dois eventos distintos; o arrebatamento da Igreja e a vinda pessoal de Cristo. Ora, o que a Bíblia nos ensina é que, a Igreja, constituída pelos mortos e vivos em Cristo, se encontrarão nas nuvens com o Senhor. Se por alguns a idéia da surpresa é rejeitada, uma grande maioria cristã prefere o que declara as Escrituras que destacam o elemento surpresa (Tt 2.13; Mt 24.35,36, 42,44; 25.13). Esse elemento é fundamental porque a Igreja vive na esperança da vinda do Senhor.

2. Invisibilidade (1 Ts 4.17). Por que será um evento invisível e para quem? Será invisível para o mundo material porque os arrebatados serão constituídos somente dos transformados. A transformação será tão rápida, que nenhum instrumento cronológico terá condição de perceber ou marcar o tempo. Quando o crente conquistar esse corpo imaterial, a matéria perderá totalmente sua força (1 Co 15.43,44,49,51,53).
3. Imaterialidade (1 Co 15.42,52,53). Na verdade, a transformação que ocorrerá na vinda do Senhor será extraordinária e gloriosa, pois o que é material se revestirá do imaterial, o corruptível do incorruptível. Todas as limitações da matéria serão anuladas completamente, pois, literalmente, nossos corpos serão revestidos de espiritualidade.
4. Velocidade (1 Co 15.52). Para tentar explicar a velocidade do evento, Paulo usou o termo grego átomos, que aparece no texto sagrado pela expressão “num momento”, cujo sentido literal é indivisível (quanto ao tempo, aqui). A palavra átomos era usada para denotar “algo impossível de ser cortado ou dividido”. Também encontramos outras expressões bíblicas para denotar velocidade, tais como “abrir e fechar de olhos”, ou “piscar de olhos”. Mesmo em época avançada e de tecnologia, nada poderá contar e detectar o momento do milagre do arrebatamento da Igreja.

CONCLUSÃO

Estudar e meditar sobre o arrebatamento da Igreja promove nos remidos a fé e a esperança na vinda do Senhor. Não nos preocupamos demasiadamente com as várias teorias de interpretação sobre o arrebatamento (se ocorrera antes, no meio ou depois da Grande Tribulação), permaneçamos, sim, atentos ao fato de que Jesus virá. Devemos estar preparados para encontrar com o Senhor. Maranata - Ora vem, Senhor Jesus. Amém.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O Tempo Final chegou e a Nova Ordem Mundial

http://www.acrisemundial.com/ultimahora.htm

Você está preparado para enfrentar a nova ordem mundial que a passos largos se aproxima, ou prefere se preparar para a iminente volta do Senhor Jesus para arrebatar sua noiva desta terra corrompida? É, não tem mais jeito, ou nos preparamos para se encontrar com Jesus ou com o anticristo e consequentemente com a grande tribulação. O cenário já está montado, tudo em seus devidos lugares, até o sistema de chip (Mondex) está pronto e em teste em algumas pessoas cobaias que prontamente se expuseram ao teste. A terra está em densas trevas, os dias de Noé e Sodoma e Gomorra estão diante de nossos olhos, só não vê quem não quer ver. Esta ostagem é para alerta, depois do arrebatamento com certeza este blog e outros tantos como este serão tirados do ar, da internet. Vamos nos preparar, Jesus está voltando. MARANATA. Assista os vídeos que estão neste site:
http://www.acrisemundial.com/ultimahora.htm

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Clamor da Sua Vinda Pr Josias Almeida





O Senhor sempre se manifestou com intenso barulho entre o povo.

Teofania:

Terremoto: (Num.16:31,32)

Vento: (Ez.37:9)

Tempestade: (Sal.29:3)

Na sua volta haverá barulho:

1) O abalo de Heb.12:26, é a repetição de Ex.19 quando Deus desceu com intensa glória no Sinai. E Deus diz que voltará a abalar a terra:

a) Sumiço de gente do mundo todo.

b) Aparecimento de um governo mundial

2) Em I Tes.4:16, mostra três coisas que farão barulho:

a) Alarido: Grito militar que indica comando. Jesus gritará para suas hostes: É hora de buscar a igreja.

b) Voz de arcanjo: Miguel virá na frente para guerrear contra as hostes do mal que tentarão segurar a igreja.

c) Trombeta de Deus: A última trombeta soará indicando a ressurreição dos mortos em Cristo. Será para os mortos.

3) Em Mat.25:6 nos mostra o clamor do Espírito Santo a meia-noite, despertando os crentes para o arrebatamento.

a) Talvez para alguns será tarde demais para ouvir esse clamor. O clamor do avivamento final será ouvido por aqueles que ainda tem reservas de azeite. É hora de despertarmos do sono espiritual...Mt 25.1-13; I Tes 5.6,7.