domingo, 27 de dezembro de 2009

O natal secular e o natal do salvo por Jesus


O natal secular já passou, muitas compras, correrias, dívidas e até tristezas sobraram, mas para o salvo por Jesus e que o seu reino não é terreno, mas celestial, o nascimento de Jesus Cristo se renova a cada dia. Vamos pedir que o Senhor nos guarde e nos abençoe nesse ano vindouro de 2010. Porém, segundo as Escrituras nada bom vem pela frente - a natureza está em fúria e isso, pela ação do homem. Os sinais que apontam para a vinda do Senhor e do fim desta era estão se cumprindo diante dos nossos olhos Is 24; Jl 2.30-32; Lc 21.8-11,25-33. Mas os que confiam no Senhor não devem temer, mas aguardar atentos como as virgens prudentes e como os servos vigilantes Mt 25.1-13; Lc 12.35-38. Deus vos abençoe, em nome de Jesus Cristo, amém.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A alma católica dos evangélicos no Brasil


As Escrituras ou costumes do paganismo - Jesus Cristo ou papai noel - presentes ou Boas Novas?
Deus não quer evangélicos apenas, quer filhos nascidos de novo, salvos e libertos das influências mundanas!

Augustus Nicodemus - Editora Fiel - por Marcio Melãnea

Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (“cosmovisão”). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior – segundo o IBGE, seremos 40 milhões neste ano de 2009 – mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica. É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com os pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados “em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles. Na primeira carta que lhes escreve, Paulo revela duas áreas em que eles continuavam a agir como pagãos: na maneira grega dicotômica de ver o mundo dividido em matéria e espírito (que dificultava a aceitação entre eles das relações sexuais no casamento e a ressurreição física dos mortos – capítulos 7 e 15) e o culto à personalidade mantido para com os filósofos gregos (que logo os levou a formar partidos na igreja em torno de Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o próprio Cristo – capítulos 1 a 4). Eles eram cristãos, mas com a alma grega pagã. Da mesma forma, creio que grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica. Antes de passar às argumentações, preciso esclarecer um ponto. Todas as tendências que eu identifico entre os evangélicos como sendo herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências da nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, que se manifestam em todos os lugares, em todos os sistemas e não somente no Catolicismo. Como disse o reformado R. Hooykas, famoso historiador da ciência, “no fundo, somos todos romanos” (Philosophia Liberta, 1957). Todavia, alguns sistemas são mais vulneráveis a essas tendências e as absorveram mais que outros, como penso que é o caso com o Catolicismo no Brasil. E que tendências são essas?
1) O gosto por bispos e apóstolos – Na Igreja Católica, o sistema papal impõe a autoridade de um único homem sobre todo o povo. A distinção entre clérigos (padres, bispos, cardeais e o papa) e leigos (o povo comum) coloca os sacerdotes católicos em um nível acima das pessoas normais, como se fossem revestidos de uma autoridade, um carisma, uma espiritualidade inacessível, que provoca a admiração e o espanto da gente comum, infundindo respeito e veneração. Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos autonomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava e queimá-la na fogueira. A doutrina reformada do sacerdócio universal dos crentes e a abolição da distinção entre clérigos e leigos ainda não permearam a cosmovisão dos evangélicos no Brasil, com poucas exceções.
2) A idéia de que pastores são mediadores entre Deus e os homens – No Catolicismo, a Igreja é mediadora entre Deus e os homens e transmite a graça divina mediante os sacramentos, as indulgências, as orações. Os sacerdotes católicos são vistos como aqueles através de quem essa graça é concedida, pois são eles que, com as suas palavras, transformam, na Missa, o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo; que aplicam a água benta no batismo para remissão de pecados; que ouvem a confissão do povo e pronunciam o perdão de pecados. Essa mentalidade de mediação humana passou para os evangélicos, com poucas mudanças. Até nas igrejas chamadas históricas, os crentes brasileiros agem como se a oração do pastor fosse mais poderosa do que a deles e como se os pastores funcionassem como mediadores entre eles e os favores divinos. Esse ranço do Catolicismo vem sendo cada vez mais explorado por setores neopentecostais do evangelicalismo, a julgar por práticas já assimiladas como “a oração dos 318 homens de Deus”, “a prece poderosa do bispo tal”, “a oração da irmã fulana, que é profetisa”, etc.

3) O misticismo supersticioso no apego a objetos sagrados – O Catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afro-brasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma brasileira: milagres de santos, uso de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, objetos ungidos e santificados, água benta, entre outros. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setores evangélicos, do uso de copo d’água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas, pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupa de entes queridos, oração no monte, no vale; óleos de oliveiras de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão (distribuídas em profusão), o cajado de Moisés... é infindável e sem limites a imaginação dos líderes e a credulidade do povo. Esse fenômeno só pode ser explicado, ao meu ver, por um gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos.
4) A separação entre sagrado e profano – No centro do pensamento católico existe a distinção entre natureza e graça, idealizada e defendida por Tomás de Aquino, um dos mais importantes teólogos da Igreja Católica. Na prática, isso significou a aceitação de duas realidades coexistentes, antagônicas e freqüentemente irreconciliáveis: o sagrado, substanciado na Santa Igreja, e o profano, que é tudo o mais no mundo lá fora. Os brasileiros aprenderam durante séculos a não misturar as coisas: sagrado é aquilo que a gente vai fazer na Igreja: assistir Missa e se confessar. O profano – meu trabalho, meus estudos, as ciências – permanece intocado pelos pressupostos cristãos, separado de forma estanque. É a mesma atitude dos evangélicos. Faltanos uma mentalidade que integre a fé às demais áreas da vida, conforme a visão bíblica de que tudo é sagrado. Por exemplo, na área da educação, temos por séculos deixado que a mentalidade humanista secularizada, permeada de pressupostos anticristãos, eduque os nossos filhos, do ensino fundamental até o superior, com algumas exceções. Em outros países, os evangélicos têm tido mais sucesso em manter instituições de ensino que, além de serem tão competentes como as outras, oferecem uma visão de mundo, de ciência, de tecnologia e da história oriunda de pressupostos cristãos. Numa cultura permeada pela idéia de que o sagrado e o profano, a religião e o mundo, são dois reinos distintos e freqüentemente antagônicos, não há como uma visão integral surgir e prevalecer, a não ser por uma profunda reforma de mentalidade entre os evangélicos.

5) Somente pecados sexuais são realmente graves – A distinção entre pecados mortais e veniais feita pelo catolicismo romano vem permeando a ética brasileira há séculos. Segundo essa distinção, pecados considerados mortais privam a alma da graça salvadora e a condenam ao inferno, enquanto que os veniais, como o nome já indica, são mais leves e merecem somente castigos temporais. A nossa cultura se encarregou de preencher as listas dos mortais e dos veniais. Dessa forma, enquanto se pode aceitar a “mentirinha”, o jeitinho, o tirar vantagem, a maledicência, etc., o adultério se tornou imperdoável. Lula foi reeleito cercado de acusações de corrupção. Mas, se tivesse ocorrido uma denúncia de escândalo sexual, tenho dúvidas de que teria sido reeleito ou de que teria sido reeleito por uma margem tão grande. Nas igrejas evangélicas – onde se sabe pela Bíblia que todo pecado é odioso e que quem guarda toda a lei de Deus e quebra um só mandamento é culpado de todos – é raro que alguém seja disciplinado, corrigido, admoestado, destituído ou despojado por pecados como mentira, preguiça, orgulho, vaidade, maledicência, entre outros. As disciplinas eclesiásticas acontecem via de regra por pecados de natureza sexual, como adultério, prostituição, fornicação, adição à pornografia, homossexualismo, etc., embora até mesmo esses estão sendo cada vez mais aceitáveis aos olhos evangélicos. Mais um resquício de catolicismo na alma dos evangélicos? O que é mais surpreendente é que os evangélicos no Brasil estão entre os mais anticatólicos do mundo. Só para ilustrar (e sem entrar no mérito dessa polêmica), o Brasil é um dos países onde convertidos do catolicismo são rebatizados nas igrejas evangélicas. O anticatolicismo brasileiro, todavia, se concentrou apenas na questão das imagens e de Maria e em questões éticas como não fumar, não beber e não dançar. Não foi e não é profundo o suficiente para fazer uma crítica mais completa de outros pontos que, por anos, vêm moldando a mentalidade do brasileiro, como mencionei acima. Além de uma conversão dos ídolos e de Maria a Cristo, os brasileiros evangélicos precisam de conversão na mentalidade, na maneira de ver o mundo. Temos de trazer cativo a Cristo todo pensamento, e não somente os nossos pecados. Nossa cosmovisão precisa também de conversão (2 Co 10.4-5).

Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais católicas de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em práticas supersticiosas, me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro não é, na verdade, um filho da Igreja Católica medieval, uma forma de neocatolicismo tardio que surge e cresce em nosso país, onde até os evangélicos têm alma católica.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A Chamada de Deus de três servos: Moisés, Gideão e Jeremias


De Pr Miguel Coias


MOISÉS Respondeu à chamada de Deus dizendo: "Eis me aqui" mas... envia outro (Êxodo 3: 4,13). Não disse como Isaías, mais tarde, que respondeu ao Senhor: "Eis me aqui, envia-me a mim." Moisés, atentando para si mesmo e para as suas capacidades naturais, não se julgou apto para uma tão grande MISSÃO, para a qual o Senhor o estava a chamar. Argumentou: O povo de Israel não vai crer em mim, nem me vão ouvir. Não vão crer que tenho uma chamada de Deus. E não sou eloquente. Sou pesado de boca e de língua (Êxodo 4:1,10) Moisés até era eloquente, em palavras e OBRAS (Atos 7:22), mas não se estribava nisso. Não estava "inchado"! Compare Habacuque 2:4: ICor. 4:18,19; 5:2: 8:1; Col. 2:18. Moisés aceita, finalmente, a chamada do Senhor para o grandioso ministério que lhe estava reservado.40 anos pastor em Israel! Perante os problemas que lhe surgiram, e não foram poucos, Moisés reclama o que o Senhor lhe tinha prometido: "E Tu disseste..." (Êxodo.33:12-15). Lembro aqui Jacob, quando regressava a casa de seu pai Isaque. Perante as dificuldades que passou nessa viagem, dizia ao Senhor: " Tu disseste: Eu serei contigo" (Gén. 31:3:32:9,12 e ainda Neemias.1:8-10). Quando a minha filha Bertina tinha uns 2 anos, ela gostava de me acompanhar quando eu saía. Recordo que uma vez lhe disse que ela não iria comigo mas eu traria uma coisa para ela. Nunca mais me lembrei da tal promessa. Ao chegar, ela estava a porta esperando por mim, ansiosa por receber a promessa. “Esqueci-me.” disse-lhe eu. Respondeu ela: "Mas o pai disse!” Voltei à rua e comprei algo. Ela tinha crido na palavra do pai! Não poderia falhar. Moisés bem sabia que, para desempenhar o seu ministério, era indispensável a presença do Senhor. Êxodo 33:14. Compare Salmo103:7. Aos 120 anos, Moisés não perdera a VISÃO nem o VIGOR! Assim seja com o meu amado Irmão pastor! (Zacarias 11:17)


GEDEÃO Ao ouvir a chamada de Deus para ser o homem usado para uma tão grande MISSÃO, disse ao Senhor: “O meu milheiro é o mais pobre, e eu o menor na casa de meu pai" (Juízes 6:15).Lembramos aqui que David também era o menor (I Sam.16:11). Naturalmente, Gedeão considerou que ele não seria a pessoa mais indicada para um tal ministério. Ele desejava ardentemente saber se era mesmo o Senhor que lhe estava falando.Queria estar certíssimo de que o Senhor estaria com ele. Leia atentamente em Juízes 6:17,18, 36-40; 7:9-15. O Senhor estava garantindo ao Seu servo que estaria com ele numa tão grande e perigosa tarefa que o esperava. Aqui ressalta a paciência de Deus. É Deus de paciência (Rom.15:5) Quando o Senhor chamou Samuel para o ministério, ele confundiu a voz de Deus com a voz do sacerdote Eli. Também se pode dar o inverso: alguém julgar que é Deus que lhe está falando e ser a voz do homem. Há muitos anos, uma nossa Irmã foi a casa do pastor, anunciando-lhe que Deus lhe tinha dito que se fizesse um culto no largo principal da cidade. O pastor respondeu que ficava esperando que Deus lhe falasse também a ele. Tal culto nunca se realizou. Cuidado com a expressão: "Deus falou-me…"No caso de Gedeão não havia dúvida! O Senhor tinha-o chamado. Finalmente, este "varão valoroso", como o Senhor lhe chamou (Juízes 6:12, vê-se rodeado de apenas 300 homens para enfrentar os midianitas e os amalequitas, que eram como gafanhotos, em tão grande multidão que não se podiam contar (Juízes 5:5: 7:12). Reafirmo que é sumamente importante que o obreiro tenha uma chamada de Deus. Assim sendo, pode contar com o Senhor Jesus "todos os dias". Nos bons ou maus dias (Mateus, 28:19,20).Gedeão foi revestido pelo Espírito do Senhor (Juízes 6:33,34). Compare com Zac 4:6. Act.1:4,8. Como bem sabemos, Gedeão alcançou um completa e estrondosa vitória!Lembro ainda algo acerca do sucessor do rei David, Salomão, que foi o escolhido pelo Senhor para subir ao trono de seu pai. Porém, dois dos filhos de Davi, Absalão e Adonias, por sua própria vontade tentaram ocupar o trono de Davi. Ambos eram de grande formosura (II Samuel 14:25; I Reis 1:6) Não reinaram, e ambos tiveram uma morte trágica (II Samuel 18:14,15; I Reis 2:24,25) Pergunto: Será que se estribaram na sua aparência? O Senhor não olha a aparência ( I Samuel 16:7; João 7:24; II Cor. 5:12; 10:7 e Gal 6:12). Gedeão consta na lista dos heróis da fé – Hebreus 11:32.


JEREMIAS Ao ser chamado pelo Senhor para ser profeta, Jeremias respondeu: "Eis que não sei falar; porque sou uma criança" (Jer 1:4-6). O Senhor o anima a aceitar a chamada. (Jer 1:7-9). Lembramos aqui o que S. Paulo escreveu (I Cor, 1.27–31). Quando, no princípio do meu ministério no Algarve, o conceituado e saudoso pastor João S. Hipólito me mandou a Silves para fazer o culto de ceia do Senhor, não me julguei apto para um tal serviço, e disse ao pastor: “Nunca fiz um culto dessa natureza”. Respondeu o pastor: "Se me dissesse que era apto, não o mandaria, mas assim vai…”. Algum tempo depois faleceu o Irmão Urbano, em Lagos. O pastor mandou-me fazer o funeral deste nosso amado Irmão. Nunca tinha feito um funeral, logo era um serviço novo para mim. Tentei recusar-me. O pastor disse-me o mesmo que tinha dito acerca do culto em Silves. Memórias do nosso princípio!...... Jeremias, aquela "criança que não sabia falar", profetizou mais de 40 anos! E escreveu o maior livro dos profetas (o maior em número de páginas). Jeremias foi o último profeta que Deus levantou antes de Judá ser levado para o cativeiro, onde permaneceu uns 70 anos. ( II Crónicas 36:21; Jeremias 29:10). Nos dias de Jeremias havia alguns pseudo- profetas, que não tinham sido enviados pelo Senhor, e por isso causaram problemas àquele grande homem de Deus. (Jeremias.14:14; 23:21; 28:15; 29:8,9). Jeremias é chamado o profeta das lágrimas. Bem entendemos o porquê de tantas lágrimas! Judá seria levado cativo, e JERUSALÉM (A cidade do grande Rei) seria destruída. Que nestes dias, o Senhor ponha nos arautos do evangelho o mesmo sentimento de que estava possuído Jeremias! AMÉM! De Milton Adones Vieira. Se você leu esta postagem que fala da chamada de três servos do Senhor e foi tocado, saiba que o Senhor tem uma chamada pra você também. Talvez estejas dando desculpas tais como as de Moisés, Gideão ou Jeremias. Ou está se rebelando e não querendo fazer a vontade de Deus e Seu Filho Jesus, que morreu pra salvar o mundo perdido. Saiba, Deus age conforme a teu comportamento Sl 18.25,26. Porém se fores abnegado, resoluto e, mesmo reconhecendo tua fragilidade, mas estando pronto a cumprir a vontade Divina, então, meu amado, o resto que te falta Ele completará. E mais, as portas que estão fechadas irão se abrir por causa da tua obediência Dt 28.1-14. Amém.

A Simplicidade do Evangelho e o lugar onde pode ser pregado


Eu sempre primei pela simplicidade de vida e esta tendência se perpetuou quando conheci o verdadeiro caminho que nos leva ao Pai - Jesus Cristo Jo 14.5,6 e foi através de seu evangelho, o qual me foi pregado com simplicidade, porém com unção divina II Cor 11.3; At 1.8. E esta mensagem não me foi anunciada num culto em uma catedral ou sintuoso templo, mas em meu ambieinte de trabalho e foi se aprimorando em casa do que me evangelizava. Mas foi em uma pequena congregação, que também era na casa de um irmão do interior, lá no meio da lavoura, que eu aceitei a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador de minha alma. E é este o motivo que respeito e aprovo as reuniões em casas, assim como Paulo e Cristo também faziam At 20.20; Lc 7.36-50. É nessas reuniões espirituais que os mistérios do Espírito se revelam e a glória de Deus se manifesta; porém, tudo para edificação I Cor 14.26. Amém. Hoje em dia existem grandes templos, catedrais, concentrações de fé, conclave, etc, grandes preletores, famosos cantores, show gospel, mestres e teólogos e por aí vai; nada contra, quem sou eu para julgar. Todavia, uma coisa é certa e eu a defendo com veemência - é a simplicidade do evangelho pregado por um(a) simples servo(a) que seja, porém ungido pelo Espírito Santo At 10.38; I Jo 2.20,27, aleluia. E isso pode ser em casas, em campo aberto, ou até debaixo de uma árvora; o que não pode faltar é a presença e a confirmação de Jesus Mc 16.20, e a virtude do Espírito Santo. Amém.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

VIVENDO OS ÚLTIMOS DIAS

Milton A. Vieira

Os que não são cristãos tem dificuldade em acreditar que estamos vivendo nos últimos dias da história de esta Terra. A Bíblia diz em 2 Pedro 3:3-4 “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” A vinda do anticristo é um sinal do fim. A Bíblia diz em 1 João 2:18 “Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.” Que disse Jesus sobre quando o fim do mundo chegaría? A Bíblia diz em Mateus 24:14 “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” Nos últimos dias haverão homens fazendo-se passar por Jesus para nos enganar, A Bíblia diz em Mateus 24:23-24 “Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. A Bíblia diz em Mateus 24:29-30 “Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” Em que condição moral estará a nossa sociedade nos últimos dias? A Bíblia diz em 2 Timóteo 3:1-5 “Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também desses.” Um aumento em conhecimento e habilidade de viajar é um sinal dos últimos dias. A Bíblia diz em Daniel 12:4 “Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.” Que outros sinais dos últimos dias menciona a Bíblia? A Bíblia diz em Lucas 21:25-26 “E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das cosobre paz e segurança é outro sinal dos últimos dias. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 5:2-3 “Porque isas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados.” Conversaçôes vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.” Que devem as pessoas fazer quando vêem estes sinais? A Bíblia diz em Mateus 24:42-44 “Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor; sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.”

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Passos rumo à salvação

Por Milton Adones Vieira

Muitos pregadores já pregaram e deram estudos sobre como uma pessoa pode ser salva. Uns definem como passos que um pecador tem que dar, outros como atitudes, enfim, são várias as definições e interpretações dadas a este importante assunto. Uns ensinam que são cinco os passos, outros dizem que são sete. Cada um prega e ensina segundo a revelação que recebe do Espírito Santo. E, foi pensando na salvação duma alma, e meditando na Palavra do Senhor, que resolvi escrever e postar um estudo sobre essas atitudes e passos que devemos dar ruma à salvação de nossa alma. Não é a minha regra, é segundo a Bíblia Sagrada e, na verdade, nenhum ser humano pode fazer nada para salvar-se a não ser com ajuda do Espírito Santo e chamado pelo Pai - Ato da Divina Graça de Deus Ef 2.8-10; Jo 6.37. Vejamos:

1) Devemos sentir necessidade de Deus e reconhecer que somos miseráveis pecadores Rm 3.10,23, e depois então ouvir a pregação do evangelho por alguém para adquirirmos fé Rm 1.17; 10.17 - É o ARREPENDIMENTO Mt 4.17; Mc 1.15; At 2.38. Essa atitude é o Primeiro passo.

2) Logo após ouvir o evangelho, crer (ter fé) e se arrepender dos pecados, devemos em seguida aceitar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas almas. É CRER E ACEITAR A JESUS, At 16.31; Jo 1.11,12; Mc 16.16,16; I Jo 5.12. É o segundo passo.

3) Depois do arrependimento e de aceitar a Cristo, vem a mudança de rumo da vida que levávamos, pois passaremos a ser novas criaturas em Cristo Rm 6.23; II Cor 5.17. Este passo é conhecido como CONVERSÃO, REGENERAÇÃO E NASCER DE NOVO, e é uma obra operada no espírito da pessoa, no profundo da alma Pv 1.23; At 3.19; Jo 3.3-8; T t 3.5. Damos então o terceiro passo.

4) Agora vem a SANTIFICAÇÃO, sem a qual, ninguém verá o Senhor Heb 12.14; Rm 1.4; II Tes 2.13; Jo 17.17. E isso só pode ser por obra do Espírito de Deus. O quarto passo.

5) Após a santificação, damos em seguida mais um passo. Este passo é obra de Jesus Cristo através do seu sacrifício na cruz e pelo seu precioso sangue, é a JUSTIFICAÇÃO I Cor 6.10,11; Rm 5.8-10. Quinto passo.

6) Agora estamos chegando ao estágio final do processo de salvação completa na vida de um pecador arrependido; chegar a varão perfeito: "à medida da estatura completa de Cristo". É se tornar irrepreensível, perfeito, cristão salvo - santos Ef 4.13; II Tm 3.17; Fl 2.15; 3.15; I Cor 1.2.7). Eis o sexto passo.

7) Após se arrepender, aceitar a Cristo como único e suficiente Salvador, se converter ao nascer de novo, passar a viver uma vida santificada pela Palavra e pelo Espírito Santo, sendo justificado pelo sacrifício e o sangue de Jesus que nos purifica de todo o pecado; chegamos a varão perfeito. Então só nos falta um último passo: A GLORIFICAÇÃO Sl 91.15; Heb 12.22,23. O sétimo passo. E isso, a meu ver, só acontecerá quando formos arrebatados ao céu e chegarmos ao ESTADO ETERNO. Glória a Deus. Espero que este estudo sirva de bênção para a sua vida. Amém.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

POR QUE, SENHOR!

De: Milton Adones Vieira.

Ás vezes fico a me perguntar, por que só se ouve ultimamente pregações sobre vitória nas finanças, prosperidade, e assuntos relacionados com dinheiro. Quase não se ouve mais pregar sobre santidade, cura divina, salvação (evangelismo) e a vinda do Senhor Heb 12.14; Jo 17.17; Mt 4.23; Lc 6.19; Mc 16.15-20; Mt 25.13; Lc 21.34-36. Fico triste ao ouvir de cantores e pregadores que cobram verdadeiras fortunas para fazerem a obra do Senhor! E mais, muitos desses, nem vão ministrar em igrejas pobres e pequenas - só nas grandes catedrais. Será que eles não lêem a Bíblia, não se espelham nos profetas e servos de Deus, que tanto sofreram para cumprirem sua missão, aqui? Não quero ser hipócrata; também gosto de dinheiro e me faz falta pra pagar contas e comprar o que necessitamos com minha família Fl 4.11-13; I Tm 6.8-11. E fico feliz quando uma porta se abre e quando o Senhor cumpre os meus dejejos e meus sonhos Gn 37.19; Sl 37.4,5; Ap 3.7,8. Mas explorar a fé dos irmãos, ou enganar os ouvintes para se beneficiar a si próprio, e isso, em nome de Deus? É de se lamentar! Sem falar nos escândalos perante o mundo, que está observando as obras dos crentes e da igreja. Eu mesmo, por causa de minhas muitas fraquezas já escandalizei minha igreja e meus irmãos, o que muito me arrependo. Mas nunca fui ganancioso ou explorei a fé de alguém; graças a Deus. Não estou aqui para julgar ninguém, quem sou eu pra tal coisa. Porém, que a igreja Universal está fazendo com a TV Recod e suas programações mundanas? E o dinheiro extorquido dos membros fiéis? Será que essa grana toda vai livrá-los no grande julgamento final; sim, porque quem rouba descaradamente assim em nome de Jesus, nem passará pelo Tribunal de Cristo onde crentes salvos serão julgados. Na verdade, o amor pelo dinheiro é a raiz de todos os males, mas os crentes fiéis devem fugir dessas coisas e "...buscar o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" Mt 6.33. Os verdadeiros crentes nascidos de novo, pensam nas coisas do alto e não só nas terrenas Col 3.2; Jo 3.3-8; não amam esse mundo com seu sistema corrompido, mas almejam as mansões celestiais I Jo 2.15-18; II Cor 5.17. Paulo sofreu tanto pelo evangelho, e olha o que ele ganhou aqui enquanto peregrinava: II Cor 6.1-10; 11.22-33; II Tm 4.6-8. E Jesus que não tinha nem onde reclinar a cabeça Mt 8.19,20. E por que alguns, não todos os pregadores, cantores e ministros de hoje são tão gananciosos e até preconceituosos para com os de menos posses e graus? POR QUE, SENHOR!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O que significa halloweem?

A partir do que aconteceu no jardim do Éden, o homem passou a gostar das coisas impuras. Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno ou diabólico. Na sua condição natural, não recriado, não regenerado, estando em abismo, procura outros abismos. Assemelha-se a esses exploradores de cavernas: quanto mais se infiltram por buracos negros, mais vontade têm de continuar descobrindo coisas novas, emocionantes e sensacionais. Para esses exploradores, não importa se a caverna ou os abismos possuem dragões, vampiros, aranhas gigantescas ou fantasmas. Como na corrida do Trem Fantasma, não importa se no caminho surjam caveiras, mortalhas, gorilas ou demônios; importa a emoção, o prazer, o delírio, o devaneio, a surpresa. Um poço sem fim.

A humanidade pecadora deleita-se com o imundo. Os apetites bestiais são mesmo insaciáveis. Vejam as festividades carnavalescas: três dias anuais não mais atendiam aos desejos da carne. Em razão dessa necessidade premente, criou-se em várias cidades, com o pronto consentimento dos governantes, o carnaval fora de época: "O inferno e a perdição nunca se fartam, e os olhos do homem nunca se satisfazem" (Provérbios 27.20). "Um abismo chama outro abismo" (Salmos 42.7). Ora, se o povo clama por um bezerro de ouro, façamos a vontade do povo. Os abismos se sucedem. Dentro da caverna tenebrosa do mundo pecador há avenidas com vitrinas especialmente preparadas pelo Diabo para exposição de seus produtos. Há mercadoria para todos os gostos: para rico, pobre, preto, branco, analfabeto ou erudito. Em determinado local, uma vasta exposição dos produtos do movimento Nova Era, onde o curioso descobrirá que "o homem é Deus". Sendo Deus, ele seguirá até mais fortalecido para continuar descendo. Noutra ala, encontrará a vitrina da consulta aos mortos. O explorador poderá conversar com um parente que esteja no além, ou, se desejar emoções fortes, optará por oferecer seu corpo para ser visitado por um espírito qualquer, ou até experimentar uma breve levitação. Nesse stand, instalados sob pirâmides purificadoras, enfileiram-se os adivinhadores com seus apetrechos: búzios, baralho cigano, bola de cristal, tarô, mapa astral, tudo destinado a predizer o futuro e indicar novos caminhos. Numa determinada sala o explorador poderá praticar meditação transcendental; ficará com sua mente passiva por algumas horas, em estado alfa, recebendo as "boas" mensagens do além. Esta ala é mais visitada pelos eruditos. Para os menos exigentes, ou de percepção menos aguda, os terreiros oferecem feitiçarias de vários tipos. Caboclos, guias e orixás fazem a festa dos visitantes. O Perigo das Trevas, o Halloween!
Em busca de novos abismos, os homens resolveram prestar uma homenagem a um deus chamado Diabo. Então, pensaram em fazer uma festa num determinado dia do ano. Uma festa que em tudo se identificasse com o homenageado: a indumentária, o ambiente, os participantes, as alegorias. Daí surgiu o Dia das Bruxas, versão brasileira do Halloween, comemorado no dia 31 de outubro. Os participantes vestem-se a caráter, isto é, com as cores da igreja do Diabo: preto e vermelho; a maioria usa só a cor preta, caracterizando a situação de trevas sobre trevas. As máscaras são as mais imaginativas: Diabo, vampiro, bruxa, morcego, morte, caveira, monstros, fantasmas, tudo que tenha identidade com o maligno. O Diabo certamente teria muita alegria em falar assim a essas bruxas: "Quanto à indumentária está tudo bem. Vocês sabem que as cores da minha preferência são preto e vermelho. Minha maior alegria é ver homens, mulheres e crianças, de todas as idades, línguas e nações, empunhando as cores da bandeira do meu reino. Um detalhe: as máscaras usadas por vocês ou as pinturas e fantasias em nada se assemelham ao original. Eu não sou tão bonito como se pinta por aí". É evidente que há imperfeições, porque ninguém é perfeito. Mas os promotores desses eventos se esforçam para que a decoração em tudo dê a impressão de que o reino das trevas está ali naquele local, naquele ambiente festivo. E está. O Diabo está ali, de corpo presente ou representado.

Creio que a maioria dos participantes do Dia das Bruxas desconhece o grau de contaminação maligna a que ficam expostos. Certamente acredita tratar-se de mais uma festa, mais uma novidade. As "bruxas" estão ali para se divertirem e, com esse intuito, sujeitam-se às regras do jogo. Desconhecem as origens satânicas do Halloween; não sabem que nessa data os satanistas honram a Satanás com sacrifícios humanos; não sabem que essa prática iniciou-se há muitos séculos entre os druídas - sacerdotes dos Celtas - que vestiam suas fantasias, esculpiam em nabos ocos caricaturas de demônios, e saíam pelas ruas amaldiçoando as pessoas que lhes negavam alimentos. Em determinado site sobre satanismo li que o dia 31 de outubro é a festa da luxúria [sensualidade, lascívia] e da indulgência [tolerância]. Que tipo de indulgência podemos esperar de Satanás? A verdade é que grande é o perigo para quem participa do Dia das Bruxas, dada a grande a probabilidade de contaminação. O Diabo, num sinal de agradecimento pela homenagem, não hesitará em designar um de seus anjos para acompanhar a "bruxa" pelo resto da vida. Algum mal nisso? Muitos males. Jesus afirmou que "o ladrão [o diabo] só vem para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João 10.10). O Diabo entra na vida dos homens para roubar a paz, roubar a saúde, roubar os recursos financeiros; para causar a morte espiritual, e, não raro, causar a morte física; para destruir a família, o lar, a comunhão com Deus. Daí as insônias, os medos, as superstições, as doenças inexplicáveis, os tremores, os vícios, a possessão. Convém sabermos que bruxa ou bruxo é aquela ou aquele que faz bruxaria, e bruxaria é sinônimo de feitiçaria, magia negra, curandeirismo, ocultismo, adivinhação, astrologia, e demais atividades ligadas ao poder das trevas. Há os que de forma consciente - os satanistas - servem a Satanás com sacrifícios, cânticos, jejuns e rezas. Todavia, o simples fato de participar e tomar parte ativa no Dia das Bruxas revela uma predisposição ao satanismo, e abre-se uma porta de entrada aos demônios. A Palavra de Deus adverte que "o vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar" (1 Pedro 5.8). Ora, os freqüentadores dessa festa satânica facilmente caem na arapuca de Satanás. Aliás, as próprias presas, num ato voluntário, vão com seus próprios pés para a armadilha.
A Luz que liberta

"A condenação é esta: A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as suas obras eram más" (João 3.19). Só existe um nome, uma Pessoa, que pode libertar o homem contaminado por demônios: é o Senhor Jesus. Ele mesmo afirmou isso: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.36). A Bíblia nos ensina que devemos pensar e fazer somente o que é verdadeiro, amável, justo e puro, e que "todo o nosso espírito, alma e corpo devem ser conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Salvador Jesus Cristo" (1 Tessalonicenses 5.23). Uma pessoa que se fantasia de bruxa, coloca máscaras com motivos demoníacos e passa horas a fio num ambiente de trevas, estaria conservando seu corpo alma e espírito irrepreensíveis? Não, pelo contrário, estaria invocando o poder das trevas; desejando maior aproximação com os demônios. A Palavra ainda adverte: "Não vos voltareis para médiuns, nem para os feiticeiros [bruxos], a fim de vos contaminardes com eles" (Levíticos 19.31). "Ninguém pode servir a dois senhores. Ou há de odiar a um e amar o outro, ou se devotará a um e desprezará o outro" (Mateus 6.24). Não podemos ser ao mesmo tempo servos das trevas e servos da luz. Ou somos filhos de Deus ou filhos do Diabo. Quem serve ao Diabo com alegorias, fantasias, licores, danças e outras coisas mais, não é servo do Altíssimo. Mas haveria uma saída para quem está contaminado? Jesus responde: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Eis que estou à porta, e bato; Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" (Apocalipse 3.20). Quem está enlaçado ao Diabo deve saber que o Senhor Jesus veio "para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos" (Lucas 4.18). "Porque em nenhum outro há salvação, pois também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12).
Fonte: www. elnet.com.br Obs.:

Vale lembrar aos Crentes que tais práticas devem ser reprovadas, jamais devemos aprova-las, apóia-las ou até mesmo permitir que nasça nos corações a vontade ou o desejo de participar destas festividades. As Festas Juninas, aparentemente inofensivas, enquadram-se na mesma categoria e aqueles que participam envolvem-se com o mundo das trevas. Inclusive, a Festa Junina tem sido uma grande arma na mão do maligno e através desta prática, tem conseguido amarrar milhares de famílias "crentes". Pais, por favor, não deixe que seus filhos participem destas comemorações promovidas pelos colégios, associações ou outras entidades. Não abra a porta para que o demônio tenha acesso à tua casa/vida. "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação: na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca" Mt 26.41. Não deixe de comentar. e alertar.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cuidado com o fermento!

Por: Dennis Allan

À procura da verdade, no meio da confusão religiosa do Brasil "Vede e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus" (Mateus 16:6). Quando Jesus ofereceu estas palavras de advertência aos Seus apóstolos, ele se apoiou em milhares de anos de significado simbólico da palavra "fermento". Quando entendemos o uso deste termo na Bíblia, podemos ver algumas aplicações da sua advertência, que é importante para nossos esforços ao servir o Senhor.
O Fermento do Erro - Os usos simbólicos da palavra "fermento", na Bíblia, são geralmente negativos. O fermento freqüentemente representou o mal e o erro. Podemos traçar no Velho Testamento o desenvolvimento destes significados da palavra "fermento". O uso do fermento era proibido durante a Páscoa, a festa em que os israelitas comemoravam a libertação da nação judaica da servidão egípcia (Êxodo 12:15). De fato, os israelitas não tinham permissão para incluir fermento nos sacrifícios feitos a Deus. Em Levítico 2:11, Deus disse: "Nenhuma oferta de manjares, que fizerdes ao Senhor, se fará com fermento; porque de nenhum fermento, e de mel nenhum queimareis por oferta ao Senhor."

Baseando-se nesta tradição de que o fermento representava alguma coisa má, impura e inaceitável por Deus, Jesus e Paulo se referiram às falsas doutrinas como fermento. Jesus advertiu contra o fermento o falso ensinamento dos fariseus e dos saduceus (Mateus 16:12). Paulo disse que aqueles que tentavam persuadir os cristãos a voltarem à pratica da lei de Moisés espalhavam o fermento (Gálatas 5:4-9).
O fermento também representava a influência corruptora da imoralidade. Paulo se referiu ao problema da imoralidade sexual entre os cristãos de corinto em termos duros e perguntou: "Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" (1 Coríntios 5:6). Deixada sem correção, a ação do fermento da imoralidade pode se espalhar e corromper a congregação inteira.
Sacrifícios Sem Fermento - Exatamente como os filhos de Deus no Velho Testamento tinham que oferecer sacrifícios ázimos (isto é, sem fermento) e puros, hoje Deus espera que nossos sacrifícios espirituais sejam livres de impurezas. Para ajudar-nos a apreciar este fato, Deus nos deu o exemplo do sacrifício perfeito e sem pecado oferecido por seu Filho. Os cristãos de hoje celebram a Ceia do Senhor com pão asmo, porque este foi o que Jesus usou na comunhão-modelo com seus apóstolos. Quando consideramos o simbolismo do fermento, fica aparente que nenhum outro tipo de pão poder ser satisfatório. Cristo foi nosso sacrifício ázimo, sem pecado (1 Coríntios 5:7-8). Temos que imitá-lo e também sermos verdadeiramente sem fermento (1 Coríntios 5:7). Uma igreja que é sem fermento e pura não permite imoralidade ou falso ensinamento (1 Coríntios 5:9-13).
A Importância de Ser Moralmente Sem Fermento - Nossa sociedade é, infelizmente, cheia do fermento de imoralidade. A desonestidade, a cobiça e a sensualidade têm corrompido as vidas de inúmeras pessoas e ameaçam cada um de nós, todos os dias. Os jornais estão cheios de relatos da corrupção no Governo. As revistas e os filmes tiram lucro da exploração do pecado sexual. Jesus nos chama para sermos luzes e para mudar este mundo escuro e corrompido (Mateus 5:14-16).
Porém, muitos que afirmam estarem seguindo Jesus estão ignorando esta determinação. Enquanto proclamam estão se atualizando com um mundo em mudança, algumas igrejas vão aprovando certas práticas claramente condenáveis, como o adultério (Lucas 16:18) e o comportamento homossexual (Romanos 1:26-27; 1 Coríntios 6:9-11). Onde Jesus exigia santidade, estas igrejas modernas a substituem por uma atitude tolerante que aceita, o câncer mortal do pecado e encoraja a morte espiritual eterna (Romanos 6:23). O fermento está agindo, corrompendo os justos.
O Fermento do Erro - A Importância de Ser Doutrinariamente sem Fermento O evangelho que Jesus revelou (através do trabalho do Espírito Santo), para guiar seus seguidores, era puro. Agora, depois de dois mil anos, ainda podemos apreciar a pureza e a simplicidade da doutrina que ele revelou no Novo Testamento. Mas muitas pessoas não se contentam em aderir a esta verdade pura e não fermentada. Séculos depois do trabalho de Jesus na terra, os homens começaram a misturar o evangelho com outros elementos, criando uma ímpia mistura de doutrinas corruptas. A palavra "sincretismo" descreve esta tentativa de misturar idéias que são contraditórias.
O desenvolvimento do catolicismo na Ásia e na Europa ilustra esta tendência perigosa. Quando o catolicismo se tornou a religião oficial do Império Romano ficou mais fácil incorporar as falsas religiões à "nova" fé do que converter verdadeiramente os adoradores de ídolos. Uma ilustração clara deste fermento doutrinário ocorreu no ano 432. Em um concílio, em Éfeso, representantes de várias igrejas determinaram declarar que Maria era a Mãe de Deus. Nessa cidade, conhecida por sua adoração de uma divindade feminina, Maria foi "elevada" por um concílio humano a ser conhecida como a Mãe de Deus. Em vez de enfrentar diretamente o pecado de adorar Diana (como Paulo havia feito quatro séculos antes, veja Atos 19:26-29), este concílio adotou a adoração a Diana na prática da igreja, disfarçada de veneração a Maria. Com o passar do tempo, esta exaltação a Maria levou ao desenvolvimento de um completo sistema de crenças sobre a mãe de Jesus, sem qualquer fundamento bíblico. O fermento da falsa doutrina estava se espalhando.
O ambiente religioso do Brasil ilustra esta mesma tendência. A crença religiosa de muitos brasileiros é uma mistura de catolicismo, superstições tribais de índios nativos e idéias religiosas trazidas da África. Muitos dos "santos" honrados hoje nada mais são do que falsos deuses, aos quais foram dados nomes católicos e incorporados em um sistema confuso onde a distinção entre verdade e erro está apagada.
Nas décadas passadas, mais fermento foi espalhado por várias igrejas protestantes. Uma nação mundialmente conhecida pelo seu espiritismo tem muitas pessoas que acreditam em experiências subjetivas e rejeitam a idéia de que Deus revelou um padrão absoluto de verdade.

O amplo crescimento do pentecostalismo é desenvolvido, parcialmente, sobre esta confusão. Supostos milagres ("trabalhos!") feitos pelos maus espíritos são substituídos pelos milagres que se dizem operados pelos pregadores. Satanás aparentemente cede seu lugar ao Espírito Santo, mas o que acontece mesmo é a expansão das doutrinas contraditórias. No Novo Testamento, o Espírito Santo deu poder a homens santos para realizarem maravilhosos milagres e confirmar a verdade do evangelho falado. Hoje em dia, dúzias de igrejas que ensinam doutrinas conflitantes dizem estar manifestando os sinais do céu! Paulo disse que devemos rejeitar tais novas e contraditórias mensagens e contentar-nos com as mensagens já reveladas 1900 anos atrás! Ele advertiu os Gálatas: "Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema" (Gálatas 1:9). É uma triste ironia que o Espírito da Verdade (João 14:17) tenha sido transformado no autor da confusão e da incerteza. O fermento do falso ensinamento continua se espalhando.

O Que Devemos Fazer? O entendimento desta tendência humana para corromper o que é bom e justo, nos auxiliará a encontrar nosso caminho na travessia da confusão dos erros humanos, e chegar à verdade revelada por Deus. Em cada encruzilhada temos que insistir na resposta à pergunta que Jesus fez aos chefes religiosos espalhadores do fermento, no seu tempo: ". . . do céu ou dos homens?" (veja Mateus 21:25). Com este teste, poderemos seguir a inspirada determinação de Paulo: ". . . julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda a forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22). O fermento humano tem que ser rejeitado, quando nós seguimos "o caminho, a verdade e a vida" (João 14:6). Convido-te a ler: II Tes 2.1-12 e Ap 13.11-18. Amados, como disse João em sua primeira epist. I Jo 2.18..."Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, tamb´[em agora muitos se têm feito anticristos: por onde conhecemos que é já aúltima hora". Então, vamos vigiar e permanecer naquilo que aprendemos da Gloriosa Palavra de Deus - A BÍBLIA SAGRADA.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MENSAGEM AOS LÍDERES - Por Marcos Witt

Mateus 20:20-28

20 Então, se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos, e, adorando-o, pediu-lhe um favor.
21 Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.
22 Mas Jesus respondeu: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu estou para beber? Responderam-lhe: Podemos.
23 Então, lhes disse: Bebereis o meu cálice; mas o assentar-se à minha direita e à minha esquerda não me compete concedê-lo; é, porém, para aqueles a quem está preparado por meu Pai.
24 Ora, ouvindo isto os dez, indignaram-se contra os dois irmãos.
25 Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles.
26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva;
27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;
28 tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.


O Bom Pastor

“Entre vós não será assim”. Cinco palavras apenas que fazem toda a diferença.

O bom pastor é o que dá a vida pelas ovelhas (Jo 10:11). Não sou eu quem o diz. É a Bíblia que o diz. São palavras de Jesus. Existem hoje muitos Pastores que dizem às pessoas que têm que dar a sua vida por eles. Mas a verdade permanece: o bom Pastor não é o que pede as vidas das ovelhas, é o que dá a vida pelas ovelhas.
Chega de ditadores; queremos pastores.

Tenho uma dor no coração por ovelhas magoadas.
Os Pastores são chamados a pastorear suavemente. Há muitas ovelhas perdidas, destroçadas e magoadas por pastores.
Precisamos de Pastores que amem mais as ovelhas do que a sua posição de Pastor.

Posição ou Serviço

Dois discípulos de Jesus estão mais interessados em posição do que em servir. Dois mil anos depois os discípulos estão mais preocupados com visibilidade do que em serviço.
Muitas pessoas hoje querem ser tratados por grandes títulos. Hoje está na moda líderes quererem ser tratados por Profetas ou Apóstolos.
O Senhor mostrou e disse que não precisamos de títulos; precisamos trabalhar.
A mãe dos filhos de Zebedeu foi dar ordens a Jesus. “Ela respondeu: Manda que, no teu reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.” (v.21). Quando vamos compreender que não damos ordens ao Senhor dos senhores? Recebemos ordens de Jesus porque nós é que somos os servos.

Pessoas que buscam visibilidade estão loucas. Não sabem o que dizem (nem o que fazem). Jesus disse “não sabeis o que pedis”. Os dois discípulos disseram “podemos”. Não sabiam o que falavam.

A reacção dos outros dez é impressionante. Indignaram-se com os outros dois. A razão para ficarem assim é que queriam aqueles lugares também.
Todo o mundo quer visibilidade. E quando vamos servir as ovelhas?!

Liderar = Levar as pessoas a dependerem de Deus

Jesus dá conta que existia um problema com os discípulos. Ainda hoje persiste este problema.
Muitos Pastores estão sempre a dizer aos outros o que fazer; como viver. Como devem usar o cabelo; como se vestir; com quem casar; etc. Esquecem-se que não são o Espírito Santo. Precisam ensinar os outros a não dependerem deles; a dependerem de Deus.
Há Pastores que dizem que Deus só fala através deles; que só eles é que ouvem a voz de Deus. Sabes o que digo às pessoas que têm ou conhecem pastores assim? Vai para bem longe deles!!!
Deus não nos chamou para ensinarmos as pessoas como viver, ou o que fazer. Chamou-nos para ensinarmos os princípios da Palavra de Deus. E os princípios da Palavra de Deus vão ensinar as pessoas a viver.

Ouvir os outros

A minha paixão é ver líderes que não vão ser como alguns políticos ou patrões, que não deixam as pessoas pensar, falar, expressar-se.
Jesus disse: “entre vós não será assim”.
Precisamos compreender que as pessoas que lideramos também têm mente, boca e coração.

Numa reunião com os meus líderes, apresentei aquele que achava ser um plano maravilhoso para o nosso futuro. Desenhei num quadro as várias propostas que tinham vindo ao meu coração. Estava muito entusiasmado. Quando terminei não houve a receptividade que esperava. Um dos meus colaboradores mais jovens disse “interessante…”. Nessa altura começou a remexer-se algo dentro de mim. Alguns líderes teriam estraçalhado aquele colaborador naquele momento. Mas o jovem continuou. Levantou-se, dirigiu-se ao quadro, agarrou num marcador e começou a riscar o meu projecto “glorioso”. E disse: “De tudo o que falou, isto é o que se aproveita e se juntarmos isto”, escreveu a sua ideia, “creio que poderemos alcançar mais”. Quando ele terminou percebi que com o seu contributo a minha ideia tinha ficado melhor. Se dermos oportunidade para os outros falarem e darem o seu contributo, poderemos ir mais longe. Vou dizer-vos uma coisa que é importante anotar: Uma grande ideia é o resultado de muitas boas ideias.

Chega de ditadores; queremos pastores…

A questão da visibilidade

Alguns de vós irão ter visibilidade. Mas que isso não seja através de negociações e esquemas. Isso pertence ao Pai conceder. Quando alguém está num lugar de visibilidade colocado por Deus, as pessoas dão glória a Deus porque é obra de Deus. Deus colocou-me num lugar de visibilidade. Mas eu nunca procurei isso. Eu só queria servir. Essa é até a parte do meu ministério que mais me incomoda.
Alguns não irão ter visibilidade. Isso não vos torna com menos valor do que os outros. Deus dispõe cada um como Ele quer. Somos todos servos e a Ele toda a glória!

Marcos Witt
Colocado em 02.07.09

A Raiz de todos os males

Raiz de todos os males: as igrejas evangélicas e o dinheiro. - Alderi Souza de Matos.

Publicado em 06.07.2009 Historicamente, muitos grupos e líderes evangélicos têm enfrentado sérios problemas na sensível área das finanças. No Brasil, um caso relativamente recente envolveu o casal Hernandes, os fundadores da Igreja Renascer em Cristo.
Não é sem razão que o dinheiro e seu uso estão entre os temas mais freqüentes da Bíblia. Na maior parte dos textos que falam do assunto, o tom é de solene advertência quanto aos perigos que espreitam nessa área (ver 1Tm 6.9-10). Existem alguns elementos no ambiente cultural evangélico e pentecostal que contribuem para esses problemas.

Personalismo
Os reformadores protestantes do século 16 contestaram um sistema religioso cujos líderes eram tidos como detentores de um poder espiritual especial. Eles insistiram no princípio bíblico de que os crentes são sacerdotes de Deus (1Pe 2.5,9; Ap 1.6) e, portanto, iguais diante dele. Sem desmerecer a figura dos ministros cristãos, eles os qualificaram como instrumentos escolhidos por Deus através dos fiéis, não tendo qualquer status espiritual superior. Todavia, com o passar dos anos muitas igrejas herdeiras da Reforma têm ficado fascinadas com o antigo sacerdotalismo questionado pelos reformadores.
A tendência de colocar os líderes eclesiásticos em um pedestal, considerando-os “ungidos do Senhor” e, portanto, intocáveis, imunes a contestações e críticas, tem sido motivo de inúmeros males para a causa de Cristo. Muitos líderes evangélicos contribuem para esse nefasto culto da personalidade quando alegam possuir virtudes e dons especiais, atribuem a si mesmos títulos grandiosos e condicionam os seus liderados a obedecê-los cegamente, desprezando exortações bíblicas claras como 1Pedro 5.1-4.

Triunfalismo
Durante a maior parte da Idade Média, a cristandade européia foi afligida por uma série de distorções, uma das quais recebeu o nome de “simonia”, a comercialização de bens religiosos, em especial a compra e venda de cargos eclesiásticos. Os mais cobiçados eram os mais lucrativos, como a chefia dos bispados e dos grandes mosteiros. Esse vício floresceu graças à mentalidade triunfal de uma instituição que detinha a hegemonia do campo religioso e era extremamente rica e poderosa.
A atitude triunfalista é cultivada nas igrejas evangélicas sempre que os líderes e os membros se consideram tão próximos de Deus, tão abençoados e protegidos por ele, que nada poderá atingi-los. O problema dessa atitude, além da falta de humildade, é a tendência de minimizar os pecados dos crentes, especialmente dos líderes, e de considerar as críticas e reveses que sofrem por causa dos seus erros como provações passageiras ou ataques do inimigo. Com isso, os problemas não são admitidos, tratados e solucionados de maneira bíblica e cristã.

Falta de prestação de contas
O final dos anos 80 foi péssimo para a imagem dos evangélicos nos Estados Unidos. Diversos escândalos vieram a público, a maior parte na área financeira, envolvendo “tele-evangelistas” como Oral Roberts e Jim Bakker. Este último, após ser denunciado pela secretária com quem teve um caso, foi investigado pelo governo e condenado à prisão por evasão fiscal e malversação das contribuições dos fiéis. Em resposta a esses episódios, foi criada uma organização chamada Conselho Evangélico pela Responsabilidade Financeira, que examina as contas dos ministérios que desejam um atestado de boa conduta.
É importante reconhecer que a maior parte das igrejas evangélicas realiza o seu trabalho cristão com seriedade e integridade. No entanto, as práticas financeiras de muitas igrejas e ministérios são uma incógnita. Com freqüência são os próprios obreiros e pastores que recolhem e administram as contribuições. Não há tesoureiros eleitos, relatórios periódicos publicados, comissões de exame de contas. Os fiéis têm pouca ou nenhuma participação nessa área tão importante. Nesse ambiente de falta de transparência e de ausência de prestação de contas, tudo pode acontecer.

Teologia distorcida
Talvez a causa mais básica dos problemas que têm ocorrido seja uma interpretação bíblica tendenciosa e uma teologia falha, que surgiu há várias décadas na América do Norte e chegou ao Brasil como o “evangelho da prosperidade”. O fundamento dessa ideologia afirma que a obra redentora de Cristo conquistou para os crentes a vitória sobre todos os tipos de males, resultando em salvação, saúde física e sucesso financeiro. Argumenta-se que os “filhos do Rei” devem, por definição, ser prósperos em tudo.

Ao mesmo tempo, são convenientemente esquecidos os muitos textos bíblicos que apontam na direção oposta, condenando a preocupação com os bens materiais, alertando para a armadilha espiritual representada pela ganância, bem como destacando o exemplo de Cristo e o discipulado cristão humilde e altruísta. Com a pragmática teologia da prosperidade, muitas igrejas enchem seus templos e seus cofres, mas oferecem pouca nutrição aos seus fiéis e uma mensagem alienante em relação aos problemas que assolam o país. Por trás do discurso piedoso, essas igrejas tornam-se cada vez mais parecidas com o mundo.

Conclusão
O Brasil vive um dos piores períodos da sua história. Apesar da relativa estabilidade econômica, o crime e a insegurança atingem níveis sem precedentes; as instituições públicas estão com sua imagem destroçada; o sentimento predominante é de cinismo, indiferença e perda do idealismo.
Nesse ambiente desolador, as igrejas evangélicas e seus líderes podem mostrar que há esperança nos valores e princípios apregoados pela fé cristã. Todavia, em primeiro lugar é necessário que pratiquem os valores bíblicos em sua própria casa, vivendo de modo digno do evangelho de Cristo (Fp 1.27). Só assim terão autoridade espiritual, moral e ética para serem instrumentos de transformação.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

Márcio Melânia

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Amizade de cristão

De: Milton Adones Vieira

É bom ter amigos, e é bom ser reconhecido e valorizado por tais amigos, sem dúvida; mas, o mais importante é saber que você , além de ter amigos, também os pode chamar de irmãos. Sou um homem que tenho muitos amigos fora e dentro da igreja, mas aminha alegria é de saber que tenho milhões de irmãos espalhados pelo mundo afora, os quais fazem parte do corpo do Cristo ressucitado - a sua amada Igreja. Digo ainda, quando estive em lutas e aflições, necessitado de um ombro amigo, pude contar com as orações e ajuda dos amigos irmãos que vivem ao meu redor em minha comunidade, não foi os amigos, só amigos lá do mundo. Por isso eu prezo a amizade; pricipalmente a dos domésticos da fé. Você é meu amigo e irmão. Louvado seja o Senhor, amém. "Em todo o tempo ama o amigo; e na angústia nasce o irmão; O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há um amigo mais chegado do que um irmão" Pv 17.17; 18.24. Todavia, no mundo é diferente, veja: "Muitos suplicam a face do príncipe, e cada um é amigo daquele que dá presente" Pv 19.6. Vamos fazer amigos e depois levá-los a Cristo!!

VOCÊ FOI CHAMADO E ESCOLHIDO

De: #C*R*U*Z#

Você foi nomeado por Deus como um reparador de brechas, alguém capacitado para viver com excelência a visão do Senhor sobre o resgate de toda uma geração. Você é quem vai profetizar e liberar as palavras de vida sobre a nossa terra, sendo um autêntico guarda sobre os muros, que enxerga à distância e anuncia as Boas Novas para os campos brancos. Você vai ganhar aqueles que estão perdidos em suas dores e lastimas espirituais, fechará com o poder do Nome de Jesus a escuridão que assola os desertos do povo e abrirá rios de águas vivas. Você é um objeto de louvor, um testemunho real.

Um servo que possui a fonte da água viva no seu interior e vai jorrar o manancial da cura, o remédio do mundo, a solução onde colocar a planta dos pés. Você faz parte de uma geração escolhida pessoalmente pelo Senhor para caminhar como filho de Deus revestido de toda santidade e força. Um filho que fará toda a diferença, provando com inteireza de coração que assume a visão e os sonhos do Pai e os consolida em Espírito e Verdade. Você é erguido pelo Senhor dos Exércitos para caminhar em lugares altos. Nasceu para vencer e reinar ao lado do Príncipe da Paz. O Senhor estendeu a mão sobre sua vida e decretou porção dobrada de unção, autoridade e poder.

Você fará tudo aquilo que o Grande Eu sou proclamou quando esteve aqui em nosso meio. Cumprirá com toda intensidade do seu coração os mandamentos. Seu galardão é impactar gerações. Levantar os caídos e conduzí-los a redenção. Você é uma muralha preparada para combater e destruir o jugo de maldição e morte. Possui um fogo ardente dos céus que incendiará os caminhos maus. É uma porta de entrada da luz e por onde for todos saberão que és chamado FILHO DO ALTÍSSIMO! Você é um profeta aliançado no chamado e não descansará até ver o quebrantamento e a salvação dos teus irmãos. És um atalaia, um arauto que vai na frente e publica a Lei e o dia aceitável da reconciliação com o Pai Você vai refletir a identidade do Senhor Jesus. Você é um discípulo! Da Bíblia. por Milton A. V. "Toda a ferramenta preparada contra ti, não prosperará; e toda a lingua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás: esta é a herançados servos do Senhor, e a sua justiça que vem de mim, diz o Senhor. ...E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te livrar" Is 54.17; Jer 1.19. Amém, amados?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um Salmo de Asafe que se indentifica com as minha lutas e aflições

Salmos 77
1
¶ [Salmo de Asafe, para o músico-mor, por Jedutum] Clamei a Deus com a minha voz, a Deus levantei a minha voz, e ele inclinou para mim os ouvidos.
2
No dia da minha angústia busquei ao SENHOR; a minha mão se estendeu de noite, e não cessava; a minha alma recusava ser consolada.
3
Lembrava-me de Deus, e me perturbei; queixava-me, e o meu espírito desfalecia. (Selá.)
4
Sustentaste os meus olhos acordados; estou tão perturbado que não posso falar.
5
Considerava os dias da antiguidade, os anos dos tempos antigos.
6
De noite chamei à lembrança o meu cântico; meditei em meu coração, e o meu espírito esquadrinhou.
7
Rejeitará o SENHOR para sempre e não tornará a ser favorável?
8
Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?
9
Esqueceu-se Deus de ter misericórdia? Ou encerrou ele as suas misericórdias na sua ira? (Selá.)
10
E eu disse: Isto é enfermidade minha; mas eu me {lembrarei}) dos anos da destra do Altíssimo.
11
¶ Eu me lembrarei das obras do SENHOR; certamente que eu me lembrarei das tuas maravilhas da antiguidade.
12
Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos.
13
O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus?
14
Tu és o Deus que fazes maravilhas; tu fizeste notória a tua força entre os povos.
15
Com o teu braço remiste o teu povo, os filhos de Jacó e de José. (Selá.)
16
As águas te viram, ó Deus, as águas te viram, e tremeram; os abismos também se abalaram.
17
As nuvens lançaram água, os céus deram um som; as tuas flechas correram duma para outra parte.
18
A voz do teu trovão estava no céu; os relâmpagos iluminaram o mundo; a terra se abalou e tremeu.
19
O teu caminho é no mar, e as tuas veredas nas águas grandes, e os teus passos não são conhecidos.
20
Guiaste o teu povo, como a um rebanho, pela mão de Moisés e de Arão.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Quem entende o valor de uma alma?

De Pr Geziel Gomes


Quem melhor entende de vida é o Criador da vida.
Vida é, por excelência e prioritariamente o bem mais precioso de que dispomos, sem o qual todos os demais perderiam o sentido.
Primeiramente precisamos viver, para somente depois desfrutarmos os prazeres da vida.
Ao referir-se ao valor de uma alma, Jesus declarou ser ela superior a todo o mundo.
Quem ganhou o mundo e perdeu a alma jamais ganhou alguma coisa.
Custa entender a depreciação da alma na atual bolsa de valores de certos Ministérios.
Ouço falar com dolorosa (e dolorida) freqüência que líderes eclesiásticos declaram de seus tronos que qualquer pessoa será excluída se visitar determina Igreja (do mesmo nome, por sinal, mas de outra Convenção), ou se ouvir uma emissora de outra Denominação, ou ainda se comungar em outros arraiais. Mesmo sendo da mesma fé, mesmo lendo a mesma Bíblia. Mesmo indo para o mesmo Céu.

Que vergonha! Que decepção! Que deboche! Que péssimo testemunho para os infiéis! Que traição aos ensinos do Mestre!
Como causa prazer a muitos líderes, decididamente incapazes de ganhar uma alma para Cristo, desligar e desligar e desligar. Excluir, excluir e excluri.
Em não poucas comunidades, no fim do ano, as estatísticas declaram que o número dos que entraram é bem inferior ao dos que foram postos fora.
Como têm crescido as igrejas dos filhos, das ovelhas e das moedas perdidas.
Nas parábolas de Lucas 15, o filho se perdeu porque o desejou. A ovelha, porque vacilou. A moeda, porque a dona de casa dela não cuidou.
Para alguns é prova de heroísmo expulsar os irmãos que se recusaram a cumprir seus caprichos.
Este é o perigo de ser maioria.
Não faz diferença perder aquilo que não se ganhou. Este é o principio que os rege.
A casa está tão cheia que, segundo alguns, não faz diferença perder uns. Embora esses uns sejam milhares.
Nesta época de globalização, pensar em uma vida parece uma prática extinta.
Precisamos de um reavivamento que faça pastores chorarem por ovelhas, ao invés de as fazerem chorar.

Já não bastam os somente-avivalistas, que deixaram de ganhar almas?
Já não bastam os levitas com síndrome de patrimônio aumentado?
Já não bastam os astros e estrelas, ainda que tenham currículos de cometas e de planetóides?
Para completar, agora desaparecem os apascentadores, visto que se travestiram de a-pau-sentadores.
Está na ordem do dia condenar. Condenar os avivamentos, condenar os dons espirituais, condenar os long6animos, condenar os que não são ricos, condenar os misericordiosos e condenar os pobres. Somente condenar.
Durante décadas preguei nos púlpitos brasileiros, de Norte a Sul, advertindo e chamando a atenção para o fato de que Deus não tem filhos prediletos, nem compromissos personalizados com áreas restritas de Seu Povo.
Deus não é obrigado a estar em nossas reuniões, quando e se elas não O incluem em seus programas.
É hora de refletir.
A paixão de Deus não é por siglas, nem por rótulos, nem por marcas-e-patentes, nem ainda por palácios.
Ele é apaixonado por vidas. Tão apaixonado por elas, a ponto de oferecer Seu Filho para as redimir.

Oh Cristo santo, embora em algumas greis sejas atualmente um Cristo ausente, estejas como um Jesus perdido, e Te adorem como um Nazareno morto, lembra-te de que existem muitos que Te amam sinceramente e desejam o profundo mover do Teu Espírito em suas vidas e reuniões.
No dia em que nos consideremos os melhores e maiores, entramos nomarco zero da rodovia que pode nos levar a sermos os menores e piores.
Isto já aconteceu no passado. Nada custa ler algumas páginas da História.
Não sejamos insensatos, perdendo tempo em fazer política, retalhando ainda mais o Corpo do Senhor, e desordenando as fileiras dos redimidos, enquanto apoiarmos cismas e espalhamos confusão.

Recusemos decididamente a ser o único exército que devora e mata os seus próprios soldados. Começando pelos feridos em pleno campo de batalha.
Amemos as vidas. Busquemos as vidas. Preservemos as vidas. Ajudemos as vidas.
Elas valem mais que nosso bem-estar. Elas significam mais que o mundo inteiro.
Se não conseguimos ganhar as que poderiam vir, pelo menos não tratemos de perder as que já estão entre nós..
O mais importante de tudo ainda é O VALOR DE UMA ALMA.
A consideração que Você der a esta mensagem dirá se Você ainda acredita nesta verdade.

Conhecendo a mente de Cristo

De Uziel Santana.

"(...) É o momento certo para, juntos, conhecermos mais a Deus, achegarmo-nos mais a Ele a fim de que possamos crescer na graça e no conhecimento DELE. Com certeza, minhas queridas, DEus tem muito a nos mostrar. Temos que nos colocar na condição de servos DEle e na condição de aprendizes da Sua Palavra a fim de que possamos nos desenvolver espiritualmente.Temos que parar com a idéia do senso comum, do imaginário coletivo, de se ter Deus como, tão-somente, uma conformação social. Não podemos crer em DEus, só porque todos dizem que crêem em um deus. Se DEus é o nosso DEus, temos que o conhecer! Temos que ter intimidade com Ele! Temos que ter comunhão com Ele! Temos que falar com Ele! Temos que o perceber no nosso dia-a-dia, nas mínimas coisas, nas obviedades da vida!A respeito disso, queridas, a Bíblia nos diz que a nossa fé em Deus vem, primeiramente, pelo conhecer a Palavra e depois pelo experimentar da Palavra. Assim, para termos nossa fé aumentada e desenvolvida, temos, em primeiro lugar, que conhecer a Palavra e depois experimentar daquilo que o Senhor tem para nos dar e revelar.Evidente que um pressuposto para isso é se ter Jesus Cristo como Senhor e Salvador das nossas vidas.

Esse pressuposto cada um de nós tem que ter realizado, porque, em assim sendo, os passos seguintes são conhecer a Palavra e experimentar Deus através da Sua Palavra.Vocês que são da área da psicologia, que querem entender e conhecer a mente humana a fim de propor soluções de continuidade para a vida de cada um que se apresenta para vocês, devem, em primeiro lugar, conhecer a mente de Cristo, porque esse será o paradigma a ser observado e imitado. Conhecendo a mente de Cristo, aliado aos conhecimentos metodológicos que vocês já tem da sua ciência, vocês terão forças e instrumentos o bastante para desempenhar bem o papel a que se destinam.

Mas, primeiro, é preciso que vocês conheçam a Deus, experimentem-NO e depois, uma vez desenvolvidos na fé, passem a externar aos outros aquilo que Ele tem feito na vida de vocês. Nós só damos aquilo que temos. E quando se trata da mente humana, vocês sabem, é preciso muito mais que o conhecimento e os métodos humanos, não é mesmo?Assim, minhas queridas amigas-irmãs, o que proponho a vocês é estudarmos juntos a Bíblia a fim de que possamos conhecer a Deus. Conhecer e ter a mente de Cristo para que Ele possa nos usar de acordo com o Seu querer e a Sua vontade, a qual, ressalte-se, é boa, perfeita e agradável.Então, está proposto o nosso 'Projeto: Conhecendo a Mente de Cristo'." Para refletir leiamos Os 4.6; 6.3!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Ressurreição de Cristo - SBB

A ressurreição de Jesus - 12/4/09

LUCAS 24.1-12No domingo bem cedo, as mulheres foram ao túmulo, levando os perfumes que haviam preparado. Elas viram que a pedra tinha sido tirada da entrada do túmulo. Porém, quando entraram, não aam o corpo do Senhor Jesus e não sabiam o que pensar. De repente, apareceram diante delas dois homens vestidos com roupas muito brilhantes. E elas ficaram com medo, e se ajoelharam, e encostaram o rosto no chão. Então os homens disseram a elas: - Por que é que vocês estão procurando entre os mortos quem está vivo? Ele não está aqui, mas foi ressuscitado. Lembrem que, quando estava na Galiléia, ele disse a vocês: "O Filho do Homem precisa ser entregue aos pecadores, precisa ser crucificado e precisa ressuscitar no terceiro dia". Então as mulheres lembraram das palavras dele e, quando voltaram do túmulo, contaram tudo isso aos onze apóstolos e a todos os outros. Essas mulheres eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tia go. Estas e as outras mulheres que foram com elas contaram tudo isso aos apóstolos. Mas eles aam que o que as mulheres estavam dizendo era tolice e não acreditaram. Porém Pedro se levantou e correu para o túmulo. Abaixou-se para olhar e viu somente os lençóis de linho e nada mais. Aí voltou para casa, admirado com o que havia acontecido. Amados, Jesus não está morto, ele não está pregado em uma rude cruz. Também não é essa figura de cabelos compridos e olhos azuis, como o descrevem e mostram o Vaticano; temos que Ve-lo como descreve a BÍBLIA SAGRADA Is 53. 1-12, At, Epist. e nos 4 Evang. Além disso, Jesus era Judeu, não americano ou alemão. Enfim, Jesus está vivo, livre da cruz; está assentado em um Trono de Glória Ap 4 e 5, e o mais importante - vai voltar em breve Ap 3.11; vamos nos preparar!!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Ler para compreender...

Quando os saduceus interrogaram Jesus acerca da ressurreição, ele respondeu que eles erraram na sua doutrina porque não conheceram "as Escrituras, nem o poder de Deus" (Mateus 22:29). Para corrigi-lo, ele começou dizendo? "Não tendes lido o que Deus vos declarou...?" (Mateus 22:31).
Muitos alegam que a Biblia é dificlil demais para entender. Pensando assim, acabam arrando da mesma maneira que os saduceus, seguindo suas próprias idéias e doutrinas de homens ao invés de dar à Biblia a atenção e estudo honesto que Deus requer.
A verdade é que o Senhor revelou sua palavra justamente para ser entendida por todos que honestamente o buscam, não importa a inteligência ou nível de escolaridade. O costume de Jesus era de ensinar com simplicidade.
Assim, ele falava por meio de parábolas, "conforme o permitia a capacidade dos ouvintes" (Marcos 4:33. Ele queria que os homens entendessem a sua doutrina! Dpois da morte e ressurreição de Jesus, Deus continuava revelando sua palavra através dos apóstolos e profetas (Efésios 3:5). O apóstolo Paulo mostrou a facilidade com que os irmãos em Èfeso poderiam ganhar entendimento, dizendo: "quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo! (Efésios 3:4). Por isso, ele mandou que eles provassem sempre "o que é agradável ao Senhor" (Efésios 5:10), e que procurassem "compreender qual a vontade do Senhor" (Efésios 5:17). Estas coisas não seriam possíveis se a palavra fosse dificil demais para ler e entender!
O fato de existirem muitas seitas, doutrinas e interpretações não deve nos desanimar em relação à verdade pura que se revela na palavra de Deus. o apóstolo Pedro avisa que como "surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres", e que "os ignorantes e instáveis deturpam... as,,, Escrituras, para a própria destruição deles" (2 Pedro 2:1, 3:16) Isto deve nos incentivar a sermos mais zelosos na leitura e estudo para entender a palavra de Deus, a fim de sermos por ele aprovados ( veja 2 Timóteo 2:15)!

quinta-feira, 26 de março de 2009

ARREBATADOS!

De repente, num breve e intenso momento, no instante mais feliz e esperado durante séculos pela Igreja de Jesus, o próprio Senhor que estará voltando chamará os Seus: Ele vai chamá-los dos vales silenciosos, das colinas banhadas de sol, dos cemitérios das aldeias, das profundezas dos mares, dos cenários de guerra, das selvas da Índia, das terras pantanosas da África, das ilhas dos mares longínquos. De qualquer lugar solitário onde Seus filhos tiverem morrido sofrendo a Seu serviço, eles ressuscitarão glorificados para ir ao encontro do seu Senhor. Os crentes que ainda estiverem vivos serão arrebatados ao encontro do Senhor nos ares. Que visão para olhos que choram! Que esperança para corações que aguardam! Que estímulo para realizar tarefas que já deveriam ter sido feitas há muito tempo!
Arrebatados! Quem consegue imaginar isso? Enquanto muitas pessoas estiverem ocupadas com seus afazeres, os cristãos irão ao encontro do seu Senhor. Talvez, enquanto estiverem ajoelhados em seu quarto, orando, eles serão arrebatados. Talvez serão arrebatados quando estiverem meditando em seus corações justamente sobre a Palavra de Deus que fala sobre a volta de Jesus! Enfermos, sofrendo pacientemente no leito da enfermidade, serão arrebatados e irão ao encontro do seu Senhor!
Devemos permanecer vigilantes, pois não sabemos a hora em que o Filho do Homem virá! Não sabemos a hora em que o Senhor chegará; mas também não sabemos de nenhuma hora em que Ele não possa vir! Isso ainda poderá demorar anos; ou poderá acontecer amanhã – e também pode acontecer ainda hoje.
Nas mensagens sobre o arrebatamento procuro mostrar que devemos fazer diferença entre o "Dia de Jesus Cristo" e o "Dia do Senhor". O "Dia de Jesus Cristo" é o dia da vinda do Senhor como Noivo para a Sua Igreja, Sua Noiva. Esse dia começará com o arrebatamento, que será seguido pelo julgamento diante do tribunal de Cristo e pelas bodas do Cordeiro. O "Dia do Senhor", ao contrário, será um tempo de juízos para o mundo ímpio e para Israel, por ter rejeitado o Filho de Deus (2 Ts 2.9-12). O "Dia do Senhor" começará depois do arrebatamento, desembocará na Grande Tribulação, terminando com o estabelecimento do reino de Cristo sobre a terra e com a restauração do povo judeu.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O que levou a igreja em Antioquia a fazer missões

De: John R. W. Stott

Em Atos 13 o horizonte de Lucas se alarga pois o nome de Jesus seria maciçamente testemunhado além da Judéia e Samaria. A partir de Antioquia chegaria aos confins da terra. Os dois diáconos evangelistas prepararam o caminho. Estevão através de seu ensino e martírio, Filipe através de sua evangelização ousada junto aos samaritanos e ao etíope. O mesmo efeito tiveram as duas principais conversões relatadas por Lucas, a de Saulo, que também fora comissionado a ser o apóstolo dos gentios, e a de Cornélio, através do apóstolo Pedro. Evangelistas anônimos também pregaram o evangelho aos "helenistas" em Antioquia. Mas sempre a ação esteve limitada à Palestina e à Síria. Ninguém tinha tido a visão de levar as boas novas às nações além mar, apesar de Chipre ter sido mencionada em Atos 11:19. Agora, finalmente, vai ser dado esse passo significativo.
A população cosmopolita de Antioquia se refletia nos membros de sua igreja e até mesmo em sua liderança, que consistia em cinco profetas e mestres que moravam na cidade. Lucas não explica a diferença entre esses ministérios, nem se todos os cinco exerciam ambos os ministérios ou se os primeiros três eram profetas e os últimos dois mestres. Ele só nos dá os seus nomes. O primeiro era Barnabé, que foi descrito com "um levita, natural de Chipre" (Atos 4:36). O segundo era Simeão que tinha o sobrenome de Níger, que significa Negro, provavelmente um africano e supostamente ninguém menos que Simão Cireneu, que carregou a cruz para Jesus. O terceiro era Lúcio de Cirene e alguns conjecturam que Lucas se referia a si mesmo o que é muito improvável já que ele preserva seu anonimato em todo o livro. Havia também Manaém, em grego chamado o "syntrophos" de Herodes o tetrarca, isto é, de Herodes Antipas, filho de Herodes o Grande. A palavra pode significar que Manaém foi "criado" com ele de forma geral ou mais especificamente que era seu irmão de leite. O quinto líder era Saulo. Estes cinco homens simbolizavam a diversidade étnica e cultural de Antioquia e da própria igreja.
Foi quando eles estavam "servindo ao Senhor, e jejuando" que o Espírito Santo lhes disse: "separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado" (At.13:2). Algumas perguntas precisam ser respondidas.
A quem o Espírito Santo revelou a sua vontade? Quem eram "eles", as pessoas que estavam jejuando e orando?
Parece-me improvável que devamos restringi-los ao pequeno grupo dos cinco líderes, pois isso implicaria em três deles serem instruídos acerca dos outros dois. É mais provável que se referia aos membros da igreja como um todo já que eles e os líderes são mencionados juntos no versículo 1 de Atos 13. Também em Atos 14:26-27, quando Paulo e Barnabé retornam, prestam conta a toda a igreja por terem sido comissionados por ela. Possivelmente Paulo e Barnabé já possuíam anterior convicção do chamado de Deus e esta verdade foi aqui revelada para toda a igreja.
Qual o conteúdo da revelação do Espírito Santo à Igreja em Antioquia?
Foi algo muito vago e possivelmente nos ensina que devemos nos contentar com as instruções de Deus para o dia de hoje. A instrução do Espírito Santo foi "separai-me agora a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado", muito semelhante ao chamado de Abrão: "vai para a terra que te mostrarei". Na verdade em ambos os casos o chamado era claro mas a terra e o país não.
Precisamos observar também que tanto Abrão como Saulo e Barnabé precisariam, para obedecerem a Deus, darem um passo de fé.
Como foi revelado o chamado de Deus?
Não sabemos. O mais provável é que Deus tenha falado à igreja através de um de seus profetas. Mas seu chamado também poderia ter sido interno e não externo, ou seja, através do testemunho do Espírito em seus corações e mentes. Independente de como o receberam, a primeira reação deles foi a de orar e jejuar, em parte, ao que parece, para testar o chamado de Deus e em parte para interceder pelos dois que seriam enviados. Notamos que o jejum não é mencionado isoladamente. Ele é ligado ao culto e à oração, pois raras vezes, ou nunca, o jejum é um fim em si mesmo. O jejum é uma ação negativa em relação a uma função positiva. Então jejuando e orando, ou seja, prontos para a obediência, "impondo sobre eles as mãos os despediram".
Isto não era uma ordenação ao ministério muito menos uma nomeação para o apostolado já que Paulo insiste que seu apostolado não era da parte de homens, mas sim uma despedida, comissionando-os para o serviço missionário.
Quem comissionou os missionários?
De acordo com Atos 13:4 Barnabé e Saulo foram enviados pelo Espírito Santo que anteriormente havia instruído a igreja no sentido de separá-los para ele. Mas de acordo com o versículo seguinte foi a igreja que, após a imposição de mãos, os despediu. É verdade que o último verbo pode ser entendido como "deixou-os ir", livrando-os de suas responsabilidades de ensino na igreja, pois às vezes Lucas usa o verbo "adulou" no sentido de soltar. Mas ele também o usa no sentido de dispensar. Portanto creio que seria certo dizer que o Espírito os enviou instruindo a igreja a fazê-lo e que a igreja os enviou, por ter recebido instruções do Espírito. Esse equilíbrio é sadio e evita ambos os extremos. O primeiro é a tendência para o individualismo pelo qual uma pessoa alega direção pessoal e direta do Espírito sem nenhuma referência à igreja. O segundo é a tendência para o institucionalismo, pelo qual todas as decisões são tomadas pela igreja sem nenhuma referência ao Espírito.
Conclusão
Não há indícios para crermos que Saulo e Barnabé eram voluntários para o trabalho missionário. Eles foram enviados pelo Espírito através da igreja. Portanto cabe a toda igreja local, e em especial aos seus líderes, ser sensível ao Espírito Santo, a fim de descobrir a quem ele está concedendo dons ou chamado.
Chamado missionário não é um ato voluntário, é uma obediência à visão do Senhor.
Assim precisamos evitar o pecado da omissão ao deixarmos de enviar ao campo aqueles irmãos com clara convicção de que foram chamados por Deus, bem como a precipitação de o fazermos com outros que possuem os dons para tal, mas sem confirmação do Espírito à igreja.
O equilíbrio é ouvir o Espírito, obedecê-lo e fazer da igreja local um ponto de partida para os confins da terra.
John R. W. Stott pastoreou por vários anos a Igreja de All Souls em Londres. É diretor do London Institute for Contemporary Christianity e autor de diversos livros como "A mensagem do sermão do Monte", "A mensagem de Efésios" e "Crer é também Pensar". Fonte: MissioNEWS, Informando.
-- Márcio Melânia
"Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados,sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco."(2 Coríntios 13 : 11)

domingo, 8 de março de 2009

A Crise financeira mundial à luz da Bíblia

Enviado por Equipe Fim Dos Dias em Qui, 20/11/2008 - 23:00.

Rui FernandesA importância de observarmos estes fatos principalmente à luz da Bíblia.
Gostaria de tecer algumas considerações preliminares sobre a atual crise financeira mundial e sua relação com o cumprimento das profecias bíblicas. Este tema não se esgotaria com uma simples mensagem, mas é de extrema relevância observarmos estes fatos à luz da história e principalmente, através da Bíblia.
No dia 15 de setembro de 2008, uma segunda-feira, o sinal de alerta foi dado após mais uma falência de um banco estadunidense, decorrente de um processo de crise do sistema de financiamento de imóveis da economia hegemônica da atualidade, os Estados Unidos, iniciado em agosto de 2007. Esta crise tem respingado em outros países, como a Inglaterra, Espanha e até na distante e gélida Islândia. Naquele dia, as ações das bolsas de valores do mundo inteiro sofreram fortes quedas, deixando em polvorosa muita gente: do simples cidadão até o alto escalão dos Chefes de Estado e de Governo de várias nações.
Esta crise mal começou e não é uma "marola" com tem afirmado o presidente brasileiro e sim um maremoto de grandes proporções. Agora deixemos de lado um pouco os fatos atuais e voltemos ao passado, na Palavra de Deus, para analisarmos as origens do sistema financeiro mundial e sua relação intrínseca com a humanidade decaída.
No Jardim do Éden, Adão e Eva foram convecidos pela serpente (satanás) de que se comessem daquele fruto do qual o Senhor proibira, seriam iguais a Deus, ou seja, o homem deliberadamente optou por viver uma vida independente e alienada de Deus e do seu eterno propósito. Mesmo após o dilúvio quando o Senhor resolveu julgar esta Terra e poupou Noé e sua família, um de seus descendentes, Ninrode, mais uma vez tentou demonstrar que era possível para a humanidade viver independente de Deus, quando resolve edficar uma torre: A Torre de Babel. Como conseqüência deste ato, o Senhor decide confundir as línguas dos habitantes da Terra, impedindo o sonho globalizante de Ninrode e assim dispersando a humanidade pelo planeta afora.
Babel representa a Babilônia, sendo um símbolo satânico de uma sociedade independente, corrompida pelo pecado e alienada do Senhor Jesus e de seu eterno próposito, degenerando-se a cada dia. A Bíblia chama o sistema mundano iníquo de Babilônia e este sistema se manifesta em três dimensões: política, religiosa e econômica.
A História nos mostra a ascensão e a decadência de vários Impérios e Nações. No instante em que esta Nação ou nações hegemônicas tomavam a dianteira do poder mundial, o controle das finanças e da economia mundial ficavam sob a égide destas hegemonias. Podemos citar numa linha do tempo vários exemplos: Império Egípcio, Império Assírio, Império Babilônico, Império Medo-Persa, Império Greco-Macedônico, Império Romano, Califados Árabes, Império Mongol, Império Bizantino, Império Turco-Otomano, Portugal, Espanha, Holanda, Grã-Bretanha, China, União Soviética, dentre outros.
Atualmente, quem detêm esta hegemomia são os Estados Unidos da América, conquistada após a decadência da Grã-Bretanha, no final da Primeira Guerra Mundial. Durante várias décadas os EUA compatilharam esta hegemonia com a União Soviética (atual Rússia) até o início dos anos 1990. Os EUA, no entanto, durante este período deteve a hegemonia do sistema financeiro internacional, mesmo tendo tensões político-militares com a União Soviética (período conhecido como Guerra Fria).
Em 1944, no final da Segunda Guerra Mundial, vários governantes se reuniram em Bretton Woods (EUA) e ali foi decidido que o dólar estadunidense seria a moeda de referência da economia mundial, em lugar da libra esterlina britânica, tendo como lastro uma determinada quantidade de ouro para cada dólar emitido. Esta paridade foi rompida em 1971, quando os EUA endividados pela Guerra no Vietnã, acabam com lastro da moeda em ouro, podendo emitir a seu bel prazer papéis pintados (dólares) sem lastro algum (nem com ouro nem com mercadoria alguma).
O Senhor em breve julgará a Babilônia e seu poder financeiro sórdido e corrupto, sustentado pela miséria alheia e com muito sangue derramado. A crise atual vem acompanhada pelo iminente fim da hegemonia estadunidense e de seus papéis pintados, mas ainda não será derradeira queda da babilônia e do sistema financeiro internacional. A morte anunciada da hegemonia norte-americana vem no rastro de muitos déficits econômicos, ao lado de duas guerras intermináveis (Iraque e Afeganistão) e para piorar surgiu um câncer no sistema sanguíneo, ou melhor, no sistema de crédito e consumo desta nação. O tumor está alojado no sistema imobiliário (hipotecas) e entrou em metástase, se espalhando para outros setores da economia, bem como para outros países.
Esta crise muito semelhante ou até pior que a crise econômica iniciada pela quebra da bolsa de Nova York, em 24 de outubro de 1929 e que contribiu no surgimento do nazismo e da Segunda Guerra, pode ter como como consequência o surgimento de um líder que proporá a todo mundo paz e segurança (segurança neste caso, é a segurança econômica da humanidade). Este líder, assim como Ninrode, proporá ao mundo que viva independente do Senhor Jesus, negando sua divindade e sua soberania sobre este Universo. Ele mesmo afirmará que é deus e quem não segui-lo será perseguido e decapitado. A Bíblia o chama de homem da perdição, o anticristo.
Juntamente com ascensão deste iníquo, a Babilônia, bem como todo o Sistema Financeiro Mundial deixarão a América do Norte e migrarão para o Médio Oriente, aonde toda esta história começou. Ali será o gran finale e o derradeiro julgamento da grande meretriz. Ao concluir este julgamento, Cristo retomará o governo desta Terra, iniciando o seu reino de 1000 anos.
O Senhor Jesus nos tem alertado sobre estas sombrios e tempestuosos dias que sobrevirão a este planeta. Como peregrinos e forasteiros, devemos depositar toda a nossa confiança e esperança nele, não na instabilidade e na fugacidade das riquezas deste sistema econômico satânico falido. A nossa pátria está nos céus e nosso dever como embaixadores do Reino de Cristo é anunciar sua obra redentora e de salvação aos homens, enquanto há tempo. Quem tomou esta firme e gloriosa decisão é tempo de vigiar e orar. Aos que lêem este artigo e ainda não tomaram esta decisão, chegou o momento de entregar sua vida a Jesus Cristo, sabendo que ele é o único homem habilitado a reverter todo o quadro degenerativo da espécie humana, mediante sua linda e gloriosa obra redentora na Cruz, realizada há 20 séculos.
Que o Senhor abençoe a todos!

ACADEMICISMO OU ACEPÇÃO DE PESSOAS?

Longe de pretendermos uma discussão sociológica, entendemos que, todas as sociedades se organizam em classes e que nas camadas superiores sempre estão aqueles que se sobressaem. De uma maneira geral, todos os homens têm necessidade de reconhecimento e aceitação social. Quanto mais alto nesta hierarquia,maiores serão suas possibilidades de sucesso. Na sociedade moderna, a formação acadêmica é um dos ingredientes indispensáveis para se alcançar o sucesso. Alguém poderá perguntar: “O que isso tem haver com a Igreja?”.
Apesar de sermos eleitos por Deus para viver de maneira distinta dos demais, também fazemos parte dessa sociedade e como indivíduos, sentimos as mesmas necessidades de reconhecimento e aceitação. Mas não podemos nos esquecer que nosso caminho é diferente, e inverter os valores. A formação acadêmica se tornou uma exigência nesta sociedade excludente, onde impera a competição, egoísmo e incredulidade. Temos que discernir de onde vem esta pressão.“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR. Is. 55:8”
Nós, como povo de Deus, devemos nos preparar em todos os sentidos. Investir também na preparação acadêmica, mas sem fazer dela uma prioridade máxima.“Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”.Mt. 6:33. A bíblia diz que somos filhos e embaixadores de Deus nesse mundo. Quer doutos ou não, estamos devidamente credenciados por Ele. Felipe era um simples servidor de mesas e como Deus o usou ! “E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo. E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia, pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados. E havia grande alegria naquela cidade”. At. 8:5 a 8.”
Os cristãos que tiverem oportunidade de se preparar em boas escolas e faculdades devem fazê-lo sim, e que sejam autênticos representantes de Deus, onde estiverem. Só não podemos permitir que o orgulho e o preconceito façam parte de nossas vidas. Estamos abordando este assunto porque infelizmente, temos visto com muita freqüência nas igrejas, uma supervalorização do nível cultural e um preconceito velado sobre os indoutos, como acontece na sociedade secular. A bíblia nos ensina a não agirmos assim. Vejamos o que disse Tiago: “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, em acepção de pessoas” Tg.2:1
Certa ocasião, um renomado missionário do interior, agendou uma palestra em uma grande igreja, para compartilhar-lhes o que Deus estava operando em seu campo. Chegando a data combinada o missionário teve impedimentos para ali comparecer, então resolveu enviar um de seus discípulos, representando-o. Quando o discípulo se dirigia para o seu compromisso, o ônibus em que ele estava sofre uma avaria e é obrigado a parar.Após várias horas de espera à beira da estrada de terra, o discípulo evangelista consegue uma carona de um motoqueiro.Neste ínterim o pastor anfitrião, já preocupado pelo atraso, resolve esperar o missionário em plena calçada. Daí a pouco chega o evangelista, todo empoeirado e para descontentamento do pastor, era um homem negro. Após esclarecimentos e desculpas por parte do evangelista, o pastor o recebe sem dar-lhe o menor crédito.
Enquanto o evangelista se recompunha de sua exaustiva viagem, o pastor orientava seus assistentes para que colocassem a tribuna próxima aos primeiros bancos e ao menor sinal de heresia, tomaria lhe o microfone. Deu-se início ao culto com um período de cânticos em perfeição sinfônica.Terminado este período, a palavra foi entregue ao evangelista do interior. Este então se apresenta, diz a todos a passagem bíblica que iria discorrer e pede para alguém lê-la, pois ele não sabia ler. Neste instante houve um burburinho entre os presentes. O pastor fala ao ouvido do seu assistente: “Só me faltava essa, um pregador em péssimo estado de apresentação, negro e ainda por cima analfabeto. Só pode ser uma brincadeira de mal gosto daquele missionário! Ele vai se ver comigo.”
O texto foi lido e o evangelista pregou apenas quinze minutos, pois seu vocabulário não lhe permitiria estender por mais tempo. Mas foi a mais pura exposição das escrituras que aquelas pessoas jamais ouviram. Ao terminar sua pregação a glória de Deus inundou aquele lugar.Um profundo arrependimento tomou conta daquelas pessoas e mesmo sem apelo todas vieram à frente, prostrando-se em lágrimas, diante de Deus e de seu humilde servo. “Eis que farei aos sinagoga de satanás (aos que dizem judeus e não são, mas mentem), eis que eu farei que venham, e se prostrem aos seus pés , e saibam que eu te amo.” Ap. 3:9. Fatos semelhantes a este se repetem todos os dias. Somos tendentes a julgar as pessoas como o mundo as julga. Esta não é uma prática de cristãos e sim de fariseus.“Porque vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele. II Cor. 1:26 a 29.”
Nosso inimigo tem conseguido influenciar alguns, despertando-lhes o orgulho das castas. A estratégia do inimigo é tão sutil e ardilosa que quase não se percebe. Até entre os ministros da palavra podemos ver o inimigo agindo, armando laços e estimulando-lhes a vaidade. Estes, quando se apresentam em igrejas, congressos ou em suas publicações, colocam antes de seus nomes, as credenciais humanas como títulos honoríficos. Ex: Bacharel em Teologia, P.H.D. em Teologia, D.D. (Doutor em Divindade) e outros. Será que teríamos coragem de nos apresentar diante de Deus com estes títulos?
Quando o ministro é leigo (o que já é uma inverdade, pois aquele que Deus capacita não é leigo) e alcançou notoriedade pela ação de Deus em sua vida, coloca-se antes do seu nome o honroso título Autodidata (outra inverdade, porque ninguém se faz ministro de Deus por si mesmo). O mais triste nesta história é que tem muita gente boa, colunas na Igreja, embarcando nessa canoa furada, deixando-se prender desavisadamente por honrarias deste mundo, que só nos servem de laço. “O homem que lisonjeia a seu próximo, arma uma rede aos seus passos.” Pv. 29:5Alguns pensam que este assunto é de pouca importância, mas são as raposinhas que causam mais danos ao vinhedo.
Paulo nos dá um bom exemplo para seguirmos, quando em suas cartas se apresenta como servo de Cristo, mensageiro de Cristo, escravo de Cristo, prisioneiro de Cristo e não com os títulos honrosos que possuía. É triste dizer, mas existem pastores que, quando lhe perguntam seu nome, acrescentam o título antes do nome, esquecendo-se que se trata apenas de uma função serviçal. Outros, não gostam quando são chamados de irmão e exigem que lhes chame de “pastor”. Mais uma vez, estamos nos parecendo com os fariseus. Vejamos alguns conselhos de Jesus que ainda vigoram: “Então falou Jesus às multidões e aos seus discípulos: Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas sua obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com um dedo querem movê-los. Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos pelos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens. “Vos, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é o vosso mestre, e vos todos sois irmãos. A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus. Nem sereis chamados guias, porque um só é o vosso Guia, o Cristo. Mas o maior dentre vós será vosso servo. Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.” Mt 23: 1ao12.
A igreja evangélica teve o cuidado de não chamar seus líderes de pai (padre e papa), mas erra quando chama seus líderes por guia (Pastores, presbíteros e bispos).
O objetivo deste ensinamento não é banir da igreja os ministérios sacerdotais com seus deveres e prerrogativas, mas sim exortar àqueles a quem foram confiadas estas funções, sobre o perigo que os ronda tão de perto, ou seja, o orgulho espiritual. O mesmo que seduziu os escribas, fariseus.

Nosso chamado é para servir, não importando nosso nível econômico, cultural, social ou ministerial. As recompensas serão a alegria de servir a Deus, ver pessoas sendo salvas e restauradas, e na vida eterna o galardão pelo serviço prestado.