domingo, 8 de março de 2009

A Crise financeira mundial à luz da Bíblia

Enviado por Equipe Fim Dos Dias em Qui, 20/11/2008 - 23:00.

Rui FernandesA importância de observarmos estes fatos principalmente à luz da Bíblia.
Gostaria de tecer algumas considerações preliminares sobre a atual crise financeira mundial e sua relação com o cumprimento das profecias bíblicas. Este tema não se esgotaria com uma simples mensagem, mas é de extrema relevância observarmos estes fatos à luz da história e principalmente, através da Bíblia.
No dia 15 de setembro de 2008, uma segunda-feira, o sinal de alerta foi dado após mais uma falência de um banco estadunidense, decorrente de um processo de crise do sistema de financiamento de imóveis da economia hegemônica da atualidade, os Estados Unidos, iniciado em agosto de 2007. Esta crise tem respingado em outros países, como a Inglaterra, Espanha e até na distante e gélida Islândia. Naquele dia, as ações das bolsas de valores do mundo inteiro sofreram fortes quedas, deixando em polvorosa muita gente: do simples cidadão até o alto escalão dos Chefes de Estado e de Governo de várias nações.
Esta crise mal começou e não é uma "marola" com tem afirmado o presidente brasileiro e sim um maremoto de grandes proporções. Agora deixemos de lado um pouco os fatos atuais e voltemos ao passado, na Palavra de Deus, para analisarmos as origens do sistema financeiro mundial e sua relação intrínseca com a humanidade decaída.
No Jardim do Éden, Adão e Eva foram convecidos pela serpente (satanás) de que se comessem daquele fruto do qual o Senhor proibira, seriam iguais a Deus, ou seja, o homem deliberadamente optou por viver uma vida independente e alienada de Deus e do seu eterno propósito. Mesmo após o dilúvio quando o Senhor resolveu julgar esta Terra e poupou Noé e sua família, um de seus descendentes, Ninrode, mais uma vez tentou demonstrar que era possível para a humanidade viver independente de Deus, quando resolve edficar uma torre: A Torre de Babel. Como conseqüência deste ato, o Senhor decide confundir as línguas dos habitantes da Terra, impedindo o sonho globalizante de Ninrode e assim dispersando a humanidade pelo planeta afora.
Babel representa a Babilônia, sendo um símbolo satânico de uma sociedade independente, corrompida pelo pecado e alienada do Senhor Jesus e de seu eterno próposito, degenerando-se a cada dia. A Bíblia chama o sistema mundano iníquo de Babilônia e este sistema se manifesta em três dimensões: política, religiosa e econômica.
A História nos mostra a ascensão e a decadência de vários Impérios e Nações. No instante em que esta Nação ou nações hegemônicas tomavam a dianteira do poder mundial, o controle das finanças e da economia mundial ficavam sob a égide destas hegemonias. Podemos citar numa linha do tempo vários exemplos: Império Egípcio, Império Assírio, Império Babilônico, Império Medo-Persa, Império Greco-Macedônico, Império Romano, Califados Árabes, Império Mongol, Império Bizantino, Império Turco-Otomano, Portugal, Espanha, Holanda, Grã-Bretanha, China, União Soviética, dentre outros.
Atualmente, quem detêm esta hegemomia são os Estados Unidos da América, conquistada após a decadência da Grã-Bretanha, no final da Primeira Guerra Mundial. Durante várias décadas os EUA compatilharam esta hegemonia com a União Soviética (atual Rússia) até o início dos anos 1990. Os EUA, no entanto, durante este período deteve a hegemonia do sistema financeiro internacional, mesmo tendo tensões político-militares com a União Soviética (período conhecido como Guerra Fria).
Em 1944, no final da Segunda Guerra Mundial, vários governantes se reuniram em Bretton Woods (EUA) e ali foi decidido que o dólar estadunidense seria a moeda de referência da economia mundial, em lugar da libra esterlina britânica, tendo como lastro uma determinada quantidade de ouro para cada dólar emitido. Esta paridade foi rompida em 1971, quando os EUA endividados pela Guerra no Vietnã, acabam com lastro da moeda em ouro, podendo emitir a seu bel prazer papéis pintados (dólares) sem lastro algum (nem com ouro nem com mercadoria alguma).
O Senhor em breve julgará a Babilônia e seu poder financeiro sórdido e corrupto, sustentado pela miséria alheia e com muito sangue derramado. A crise atual vem acompanhada pelo iminente fim da hegemonia estadunidense e de seus papéis pintados, mas ainda não será derradeira queda da babilônia e do sistema financeiro internacional. A morte anunciada da hegemonia norte-americana vem no rastro de muitos déficits econômicos, ao lado de duas guerras intermináveis (Iraque e Afeganistão) e para piorar surgiu um câncer no sistema sanguíneo, ou melhor, no sistema de crédito e consumo desta nação. O tumor está alojado no sistema imobiliário (hipotecas) e entrou em metástase, se espalhando para outros setores da economia, bem como para outros países.
Esta crise muito semelhante ou até pior que a crise econômica iniciada pela quebra da bolsa de Nova York, em 24 de outubro de 1929 e que contribiu no surgimento do nazismo e da Segunda Guerra, pode ter como como consequência o surgimento de um líder que proporá a todo mundo paz e segurança (segurança neste caso, é a segurança econômica da humanidade). Este líder, assim como Ninrode, proporá ao mundo que viva independente do Senhor Jesus, negando sua divindade e sua soberania sobre este Universo. Ele mesmo afirmará que é deus e quem não segui-lo será perseguido e decapitado. A Bíblia o chama de homem da perdição, o anticristo.
Juntamente com ascensão deste iníquo, a Babilônia, bem como todo o Sistema Financeiro Mundial deixarão a América do Norte e migrarão para o Médio Oriente, aonde toda esta história começou. Ali será o gran finale e o derradeiro julgamento da grande meretriz. Ao concluir este julgamento, Cristo retomará o governo desta Terra, iniciando o seu reino de 1000 anos.
O Senhor Jesus nos tem alertado sobre estas sombrios e tempestuosos dias que sobrevirão a este planeta. Como peregrinos e forasteiros, devemos depositar toda a nossa confiança e esperança nele, não na instabilidade e na fugacidade das riquezas deste sistema econômico satânico falido. A nossa pátria está nos céus e nosso dever como embaixadores do Reino de Cristo é anunciar sua obra redentora e de salvação aos homens, enquanto há tempo. Quem tomou esta firme e gloriosa decisão é tempo de vigiar e orar. Aos que lêem este artigo e ainda não tomaram esta decisão, chegou o momento de entregar sua vida a Jesus Cristo, sabendo que ele é o único homem habilitado a reverter todo o quadro degenerativo da espécie humana, mediante sua linda e gloriosa obra redentora na Cruz, realizada há 20 séculos.
Que o Senhor abençoe a todos!

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