domingo, 28 de dezembro de 2008

(De: Pr. João A. de Souza Filho)

O tema deste artigo surgiu como fruto de um estudo sério e profundo que realizei sobre o mundo espiritual do Rio Grande do Sul, Estado onde tenho passado a maior parte de meu ministério pastoral. Obviamente que o mundo espiritual daqui não difere de outras partes do Brasil, não fosse um quesito especial: a influência do humanismo e do positivismo do francês Augusto Comte na cultura gaúcha, trazida da França e implantada nestes pagos pela histórica figura de um ex-governador, Júlio de Castilhos e de outros políticos de sua época como Borges de Medeiros e Oswaldo Aranha. O positivismo não aceita nada que seja da área da metafísica ou da teologia. O professor Arnoldo Doberstein que leciona na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre e que fez um levantamento minucioso das estátuas em prédios e praças ao abordar os monumentos de nosso estado, afirma que os "principais líderes do republicanismo positivista rio-grandense eram confessadamente materialistas e ateus" bem como grande parte da intelectualidade e da sociedade em geral. No positivismo a necessidade de expor os feitos humanos é muito forte, e Arnoldo Doberstein afirma que o estado precisava mostrar grandeza e magnificência, o que ocorreu durante os governos de Julio de Castilhos e Borges de Medeiros, e foram eles os que mais se empenharam em modernizar a Cidade de Porto Alegre (DOBERSTEIM, p 26). Aliado do positivismo, o humanismo é como um grande guarda-chuva que protege e dá cobertura ao pensamento cultural do estado. É o sentimento de que não precisamos da ajuda de ninguém, nem de fora nem mesmo de dentro. E isso é tão forte que respinga sobre a igreja e seus pastores. Apesar do pensamento positivista dispensar o transcendental e o místico - isto é tudo o que tem a ver com fé e religião - coube a Júlio de Castilhos convidar um refugiado africano a se instalar em Porto Alegre. "Atormentado por dores atrozes na garganta, Castilhos empreendeu a conselho de Oswaldo Aranha uma viagem secreta a Pelotas no ano de 1901, em busca de um negro que produzia curas inacreditáveis... Ao se despedir de seu anfitrião, carregava mais três anos de vida, dois a mais do que os médicos tinham lhe prometido. Meses depois, em 4 de abril de 1901, o príncipe e seu séqüito instalavam sua corte na Rua Lopo Gonçalves (em Porto Alegre)". (Jornal Zero Hora). Mas quem é esse homem? Diz a reportagem sobre ele: "Quando o império britânico obrigou Custódio Joaquim de Almeida, rei de Benim, a buscar exílio em terras distantes, ele curvou seus mais de dois metros de altura e jogou os ifás. Os búzios apontaram para o Brasil. Depois de peregrinar em vão pela Bahia e Rio de Janeiro, os ifás indicaram o Rio Grande do Sul como uma espécie de terra prometida, onde o príncipe negro iria cumprir sua grande missão e seria respeitado como o mais forte religioso-político da história. O lugar onde o rei deposto recuperaria o trono". A reportagem insinua que ele exerceu o poder através da esposa de Borges de Medeiros, Carlinda, e influenciou o ainda jovem Getúlio Vargas. Ao estudar a história de como um discípulo de Augusto Comte se rendeu ao poder espiritual de um africano, quando no Estado sequer havia seguidores das religiões afro, pude refletir que, o humanismo e o positivismo sempre se renderão ao que é místico e transcendental. Foi assim com os gregos e romanos. A Grécia, apesar de sua intelectualidade e filosofia se rendia aos poderes mágicos do templo de Delfos, para onde se dirigiam imperadores à busca de predições sobre o futuro de seus governos. Os imperadores romanos não apenas se rendiam a Delfos como freqüentavam a montanha de Sibila, de onde saiu o famoso oráculo sibilino. Os oráculos de Delfo e de Sibila eram parte do cardápio espiritual dos governantes daquela época. Da mesma maneira, nossos presidentes e governadores recorrem aqui no Brasil ao prognóstico de seus líderes espirituais, e como não lhes fica bem participarem das reuniões em seus templos, trazem os líderes para o palácio ou para suas residências.Portanto, se a magia e a capacidade de produzir milagres e de fazer predições convencem o positivista da necessidade de atentar ao que é imaterial e espiritual, temos de recorrer ao evangelho de Cristo, usando do poder e da força que ele nos deu para produzir milagres e levar a sociedade secular e positivista a se render aos pés de nosso Senhor Jesus Cristo. Como a igreja se intimida e não usa de sua autoridade e dos recursos espirituais que lhe foram concedidos por Jesus, ela abre espaço para que as forças do mal atuem livremente entre nossos governantes. No Novo Testamento encontramos a presença de quatro elementos que fizeram a diferença na pregação do evangelho dos primeiros dois séculos: Manifestação do poder de Deus, qualidade de vida pela didaquê, prática da justiça social e unidade dos seguidores de Cristo. Precisarei de mais dois ou três artigos para falar da qualidade de vida, ou ensino apostólico e da justiça social, ou prática das boas obras. Assim, o primeiro e poderoso elemento que encontramos na igreja do primeiro século era a pregação do evangelho com manifestações de milagres e de poder. Se a igreja deixar de usar desta graça concedida por Cristo, facilmente se deixará levar pelo humanismo religioso, aliás, mais pernicioso na igreja que o positivismo, já que este último não tem lugar entre o povo de Deus. Paulo descobriu que um dos alicerces do evangelho do reino de Deus é o poder de realizar milagres. E foi Jesus quem se referiu aos milagres como manifestação do reino de Deus na terra. "Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: os cegos vêem, os mancos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e as boas novas são pregadas aos pobres" (Mt 11.4-5). Uma igreja não pode, em hipótese alguma, desprezar a manifestação de sinais e prodígios porque através dos milagres as pessoas se voltam para Deus. Paulo e Barnabé se defrontaram com um milagreiro quando estavam na ilha de Chipre; Barjesus não era apenas milagreiro, era assessor político do procônsul Sérgio Paulo. A típica figura do assessor - figura comum - nesses dias entre os políticos brasileiros que não medem esforços de gastar com seus "guias" ou líderes espirituais, tendo-os como gurus ou guias na política. Afinal, quantos são os políticos que se protegem atrás dessas figuras sombrias do mundo espiritual? Os milagres atraem as pessoas para Deus - quando realizados pelo poder de Deus; e para Satanás quando realizados por seus ministros. Um assessor milagreiro era tudo o que queria o procônsul, da mesma forma como muitos políticos e empresários nos dias atuais.Um líder romano vergava-se diante de Barjesus e depois, vendo que Paulo era ainda mais poderoso, desprezou o milagreiro e ouviu a Paulo, servo do Senhor. A propósito, os operadores de milagres deveriam sair do seio da igreja, e não de terreiros do ocultismo.No Novo Testamento uma palavra define essa energia espiritual, é energema, na maioria das vezes traduzida como "poder" ou "eficácia". O comentarista Strongs afirma que a palavra "energema" refere-se a energia de Deus ou do Diabo! "E qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder..." (Ef 1.19). No caso da igreja a "energia" ou poder de operar milagres vem de Deus! No caso de Barjesus sua capacidade de operar milagres provinha do Diabo! "Ora, o aparecimento do anticristo é segundo a eficácia de Satanás" afirma Paulo (2 Ts 2.9). Há uma energia espiritual em Deus, mas também em Satanás que se opõe a tudo o que é de Deus. Em todos os confrontos descritos na Bíblia e ao longo da história cristã, Deus sempre vence!A igreja conta com essa capacidade de operar milagres pelo poder de Deus, uma capacitação concedida a todos os que crêem. Certamente que uma das maneiras do evangelho ser aceito numa sociedade pluralista - em que há tantos deuses e filosofias - é manifestando o poder de Deus. Um evangelho sem operação de milagres, curas e manifestações de poder a ninguém convence. Porque apelará apenas ao intelecto. Paulo fala deste poder em 1 Coríntios 4.20: "porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder". E a palavra poder aqui é "dínamo", algo que vem de dentro para fora. Poder de Deus residente em nós. Por isso, ouso afirmar que a igreja para vencer, seja aqui ou noutro lugar, tem de operar milagres e viver nas manifestações de poder. As manifestações de poder e de milagres são a resposta de Deus a uma sociedade humanista e positivista que poderá se render a Cristo ao vir as manifestações de Deus na terra. Teoricamente, os humanistas e positivistas não aceitam a metafísica, isto é, nada que seja empírico, que tenha relação de alma e espírito ou espiritual. Apesar disso, vale observar como o humanismo e o positivismo, ao contrário do que pregavam seus filósofos, se rende ao místico. Como aconteceu durante o período de Julio de Castilhos em que ele se rendeu a atuação mística do africano Custódio Joaquim de Almeida, a sociedade se renderá ao poder de Deus. É inexplicável, por exemplo, o que acontece no governo ateu de Fidel Castro, na ilha de Cuba. A santeria, ou o candomblé de lá é aceito pelo governo como uma espécie de religião nacional. Eu mesmo fiquei surpreso ao descer no aeroporto de Havana e ver que os turistas são recepcionados pelo pessoal da santeria. Enquanto os evangélicos são vítimas de uma perseguição branca em Cuba, com os pastores tendo seus passos cuidadosamente controlados pela polícia, a santeria é livre. Observe o interesse da sociedade européia - humanista e secular, que despreza a igreja - pelo sobrenatural. Como pode uma sociedade render-se às obras de J.K.Rowling e o menino-bruxo Harry Potter? Na realidade o ser humano não consegue se desvencilhar - por mais que queira - da busca de sua identidade espiritual. Até mesmo os positivistas e humanistas rendem-se diante do sobrenatural. E se renderão ao virem as manifestações do poder de Deus na vida da igreja!Paulo descobriu que de nada adiantava discutir filosofia com os gregos. Em Atenas, viu seus esforços frustrados, e não deixou ali igreja. Os seguintes textos são importantes: "Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras, por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo" (Rm 15.18-19). "Pois as credenciais do apostolado foram apresentadas no meio de vós, com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos" (2 Co 12.12)."Porque o nosso evangelho não chegou a vocês somente em palavra, mas também em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. Vocês sabem como procedemos entre vocês, em seu favor" (1 Ts 1.5)."Deus também deu testemunho dela por meio de sinais, maravilhas, diversos milagres e dons do Espírito Santo distribuídos de acordo com a sua vontade" (Hb 2.4)."Nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus" (1 Co 1.23-24). Ver ainda 1 Co 2.1-5. A igreja precisa aprender a dispor dessa grande arma evangelizadora que é o poder de Deus. Os milagres são importantes e são uma obrigatoriedade do povo de Deus numa sociedade humanista. Mas a sociedade aceita bem o milagre se este vir acompanhado de um segundo aspecto: a qualidade de vida do povo de Deus, tema que abordarei em outro artigo. Estas manifestações do poder de Deus, nem preciso comentar, eram fruto de uma vida de oração constante. Antes de abordar o segundo aspecto, deixe-me dizer que, uma igreja que ora é uma igreja de poder. A igreja do livro de Atos vivia em oração. Os apóstolos também. Pouca oração, afirmam os pregadores, pouco poder; muita oração, mais poder. De Milton Adones Vieira: "Eu sempre sonhei com uma igreja com as mesmas características daquela mostrada em Atos do Apóstolos, e sempre acreditei que é possível. Uma igreja com união, amor, testemunho, muita oração e muito poder. Onde os servos do Senhor, por mais usados e ousados nas mãos de Deus, não atraiam para si a glória e a honra; mas para o Senhor Jesus. Não mercantilizavam o evangelho e não valorizavam a lã mais do que a ovelha. Naquela igreja apostólica, fundada por Cristo Mt 16.18 e continuada pelos seus apóstolos At 1.1, eram valorizados e priorizados - A Palavra de Deus At 6.2; O Espírito Santo At 15.28; O Nome de Jesus Cristo Jo 14.14; Fl 2.9-11. Além dessas prioridades, haviam outras muito importantes e que talvez estejam esquecidas no seio de muitas denominações ditas evangélicas. Eis o motivo de não se ouvir mais falar de milagres, prodígios e maravilhas nessas "igrejas". Eu acredito que Jesus, através do Santo Espírito, mudará, e já está mudando este quadro.

A Volta de Cristo à terra

(De: Bible Truth Discission Forum) por Milton Adones Veira

Você acredita na Bíblia? Se acredita, é obrigado a acreditar que Cristo, que visivelmente deixou a terra há 1900 anos atrás, voltará outra vez, e se manifestará pessoalmente entre os homens, para completar a grande tarefa que Deus lhe incumbiu. 1. Porque a Bíblia regista que anjos declararam aos apóstolos que ele voltaria da mesma forma que foi: "E, estando eles (os apóstolos) com os olhos fitos no céu. Enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles, e lhes perguntaram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas? Este Jesus que dentre vós foi assunto ao céu, assim virá do modo como o vistes subir" (Atos1:10,11). Se Cristo "assim virá do modo como o vistes subir" ele voltará pessoalmente, visivelmente, e literalmente, porque foi literal, visível, e pessoal que os apóstolos o viram subir.* 2. Porque testemunha que Jesus próprio, repetidamente o disse quando esteve na terra, que embora Ele tivesse que partir, Ele voltaria outra vez: Porque o Filho do homem há-de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme as suas obras" (Mateus 16:27). Numa parábola em que Jesus se intitula como um "certo homem nobre", Jesus disse: "Certo homem nobre partiu para uma terra distante, com o fim de tomar posse de um reino, e voltar...Quando ele voltou, depois de haver tomado posse do reino, mandou chamar os servos" (Lucas 19:12-15). A razão de Cristo ter partido mostra-nos a natureza da sua volta. Isso não significa a expansão da sua doutrina, porque ele pergunta: "Quando vier o Filho do homem, achará porventura fé na terra? (Lucas 18:8), e isso também não significa que o seu povo esteja morto, porque Paulo fala daqueles que hão de estar vivos e restarem a quando da vinda do Senhor (1 Tessalonicences 4:15), e desses diz que não "dormirão" (1 Coríntios 15:51).* 3. Porque nos reporta que os apóstolos nos seus discursos proclamaram o facto da sua volta. Pedro disse: "E que envie Ele (Deus) o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca de seus santos profetas desde a antiguidade" (Atos 3:20,21). Paulo disse: "Quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder...Quando vier para ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram...Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?" (2 Tessalonicences 1:7,10; 2:5). Se os apóstolos pregaram a volta de Cristo, não devia essa volta ser prégada hoje em dia? Esta éra deve toda a verdade que ainda possui acerca de Cristo, ao ensino dos apóstolos no primeiro século.* 4. Porque nas suas epístolas, os apóstolos referem-se ao acontecimento como uma esperança a aguardar e segura. "Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus (Tito 2:13). ... Aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação (Hebreus 9:28). ...A corôa da justiça...a todos quantos amam a sua vinda (2 Timóteo 4:8). ...Que há-de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino (2 Timóteo 4:1). ...Sêde sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo (1 Pedro 1:13).* 5. Porque os profetas predizem a sua vinda em poder e grande glória. "E todos os profetas, a começar com Samuel, assim como todos quantos depois falaram, também anunciaram estes dias" (Atos 3:24) ("estes dias" referem-se "aos tempos de restauração" quando Deus enviar "o Cristo", como também nos dias quando ele andou entre os homens como o profeta Moisés - compare versículo 20). "...Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem" (Daniel 7:13). "...O Senhor virá em fogo, e os seus carros como um remoinho, para tornar a sua ira em furôr, e a sua repreensão em chamas de fogo" (Isaías 66:15). NÃO EXPLIQUE ESTAS DECLARAÇÕES Alguns dizem que têm um significado figurativo. Tal idéia é impedida pela natureza literal do primeiro aparecimento de Cristo, o qual foi também objeto de profecia antes de tal ter acontecido. Verifique outra vez todas as profecias que predizem o primeiro aparecimento de Cristo; estude os factos do seu primeiro aparecimento na luz destas profecias, e você verá que é impossível consistentemente dar qualquer outra interpretação-a não ser a literal-às profecias da sua segunda manifestção. E considere como é importante que faça um exame às Escrituras quanto a este assunto, em vista dos fatos acima atestados, para que os benefícios individuais da sua volta sejam para todos os "que o aguardam", e para "todos quantos amam a sua vinda" II Tm 4.8. Obs. Eu, Milton Adones, creio firmemente que Jesus Cristo está às portas Mt 25.13; Ap 2.11; sua volta para arrebatar a sua noiva é iminente. Eu, escrevo sobre sua vinda e o final dos tempos, componho hinos de louvor e que falam de sua volta; falo e anuncio esta grande verdade. O maior acontecimento que o mundo está para contemplar, será o arrebatamento da igreja - espiritual, santa e preparada Tt 2.12-15, e digo, não será com grande euforia ou prazer; mas com lamentos e ais. Mas nós, se formos fiéis até àquele dia, estaremos adentrando nos portais eternos, nas mansões eternas, para ficarmos para sempre com Nosso Amado Senhor e Deus Eterno. Glórias a Deus. "Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. ..." Sl 24.7-10. Você que visita este blog, estás preparado para esse encontro? Se ainda não está, há tempo; se arrependa e aceite a Jesus Cristo como teu único Salvador e Senhor At 16.31, Jo 1.12; At 4.12; Rm 1.16. Amém.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

O Natal que muitas nações não podem ter!

De: Missões Portas Abertas, para mim.

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."Isaías 9.6.

Olá, Milton. O nascimento do Senhor Jesus nos presenteou com o suficiente Salvador. Esse é o melhor dos presentes que se pode ganhar. No entanto, nós podemos presentear nossos irmãos perseguidos na noite de Natal. Lembre-se dos nossos irmãos da Etiópia, que precisam das nossas orações neste Natal. Ore pelos irmãos na China, que não podem festejar o Natal com descontração, pois são constantemente vigiados. Muitos cristãos no Iraque fugiram do seu país em busca de segurança e deixaram suas famílias para trás. Na Índia, as celebrações públicas de Natal foram canceladas e devem ser feitas discretamente. Para celebrar o Natal com alguma segurança, nossos irmãos da Colômbia terão de despistar os líderes das guerrilhas e celebrar a data em outros lugares. Cristãos da Nigéria crêem que o Natal é uma oportunidade maravilhosa para se pregar o evangelho. Louve a Deus pela vida deles. Milton, o Maravilhoso Conselheiro, o Deus Forte, o Pai da Eternidade, o Príncipe da Paz tem fortalecido todos os que professam a fé em Cristo. Vamos agradecer pela salvação e nos lembrar dos nossos irmãos que mantém a fé a um preço muito alto. Feliz Natal!

Renata Éboli - para Milton A. Vieira.

Você, caro amigo, que está visitando este blog, seja muito abençoado hoje e sempre; mas com Jesus no coração. Se ainda não O aceitou, aceite hoje como teu Único Salvador e Senhor da tua vida. E você que já é cristão, vamos nos lembrar de nossos irmão perseguidos pelo mundo afora, onde não há a liberde que aqui, temos. Leia: Ef 5.1,2; I Tes 1.1-10; I Pe 4.12,13. Amém.